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Opinião com Luiz Fernando Alfredo 14/04/2022


 

Coisas estranhas e desafiadoras

Há muito tempo, nós vimos estudando o porquê de tantas diferenças, confusões e a pluralidade de ideias na atualidade, que levam às pessoas a um estado de insatisfação confusa e crônica – sem que haja uma justificativa específica – e se alastra para todos os cantos do mundo – parece que algum fator estranho está influenciando às pessoas, levando-as ao erro, cada dia aparece um atentado novo aos bons costumes.  
Sabemos que há uma queda na religiosidade das pessoas e um aumento do ateísmo na maioria do planeta.
A insegurança e dificuldades econômicas no mundo hoje são muito grande, o que é um dos principais fatores que causam revolta nos indivíduos – a tal mexida no bolso – que provoca injustiças sociais, inflação aumentada em função da pandemia, guerras, destacando-se o confronto Rússia e Ucrânia.
Lendo o livro do apocalipse, profecias da bíblia, às aparições Marianas e, analisando os acontecimentos de umas décadas passadas até os dias de hoje, achamos que tempos tenebrosos se aproximam, e pouco podemos fazer para tentarmos reverter, pois tudo está muito acelerado, impedindo às pessoas de pensarem no que é sensato ou mais lógico.
É muito difícil entendermos a bíblia como um todo, alguns livros que a compõem são desafiadores para nossa cognição e, por se tratarem mais do passado, às informações e preceitos são compatíveis com o mapa do mundo da época da compilação dos eventos – que desde Genesis – foi  modificado milhares de vezes; os costumes, às crenças diversificadas, à mitologia e o misticismo, misturaram-se com a atualidade e em função do anacronismo das narrativas, acrescentando-se a estas dificuldades, o fato dos interpretes por profissão e àqueles que disseminam seus achismos, em função de liderar religiões, igrejas e templos, com exceções é obvio, contribuíram para divisões da “verdade” que tanto buscamos. 
Se alguém tiver propenso a interpretar os livros da bíblia, literalmente, e não tiver identidade com idiomas da época, como hebraico, grego, latim e aramaico, mais um tanto de conhecimentos de história e teologia, fica muito difícil, por isto, precisamos de ajuda de alguém técnico que conheça a bíblia e muita fé. Acreditamos que Deus criou tudo e inspirou às Escrituras Sagradas, como manual do fabricante. 
Em que pese, os historiadores comprovarem através da arqueologia, paleontologia, hieróglifos e documentos, praticamente,  todos os lugares mencionados na bíblia, existiram e muitos ainda existem com nomes diferentes, inclusive os costumes e obras de seus povos, reinados e guerras, acreditamos que, o cinema e documentários ensinaram mais  do que às religiões, pois a popularização da bíblia tem pouco tempo, diante dos seus quase 1.600 anos de edição completa, depois as traduções para o grego e mais 2.695 idiomas. Não abominamos os esforços dos religiosos para ensinar, porém se grava mais nomes e lugares através de imagens do que pregando, é o obvio para muitos.
Só em 1.965, a igreja católica começou a incentivar os fiéis a lerem a bíblia, no entanto, desde o início do iluminismo em 1.685, quando da reação da sociedade buscando novos propósitos econômicos e sociais, surgiram novas ideias racionais em contra ponto das religiões. E para consolidar a desconfiança das pessoas, logo em seguida apareceu Charles Darwin, com a proposta do evolucionismo, colocando a criação em xeque, e sedimentando a premissa de que a maioria dos cientistas não admite Deus nos seus laboratórios. Isto tudo foi um grave abalroamento na fé dos crentes e, o início da disparada da tecnologia, às atividades fabris e depois das mídias sociais, achamos que agravou mais a descrença, culminando com às ideias de globalização e, a eleição de Jorge Bergoglio, que citou algumas frases nada convencionais além de algumas de suas declarações contundentes -  ele que é um esquerdista contumaz – ajudou a diminuir o grau de afinidade com os céus.
Quanto às iniciativas do Papa para implantar o ecumenismo e suas aproximações com os judeus e mulçumanos, achamos um tanto sem lógica, pois na Torá não tem Jesus, só Javé; no Alcorão não tem Jesus, e sim Alá e Maomé; e no Cristianismo está evidente a centralidade de Jesus, cujo mistério da Trindade, O destaca como Deus.
Bem, não tem o que discorrermos mais sobre o tema que, evidentemente, daria uma biblioteca, portanto finalizaremos com esta síntese. 
Após nossos comentários, achamos que o mundo não tem uma volta fácil, que a pandemia e às dificuldades oriundas dela no planeta inteiro mais uma guerra perigosíssima é o início do fim, como está previsto nas inúmeras profecias e às consagradas aparições Marianas.
Utilizando de um paradoxo, entendemos que no mundo ninguém é nada e ninguém tem nada, agora pouquíssimos tem tudo, e não são nada, pois seja na terra, seja no mar ou num mausoléu vão para o mesmo lugar. 
Se somarmos o PIB de todos os países, diminuirmos suas dívidas externas e internas, adicionarmos suas reservas declaradas, somarmos com seu patrimônio negociável, o resultado é perto de zero, destarte, bastou uma pandemia diminuir o fluxo de caixa do mundo, para todos abrirem os “bicos sedentos e famintos” e antes de retornar ao “status quo ante”, vem uma guerra, que pode nos levar a uma hecatombe. 
Nos escusamos de parecermos pessimistas, mas, será que há dúvidas? Seria o tão propalado número da besta 666 o tal de WWW? Se todos pensarem e empenharem podemos até amenizarmos através do Todo Poderoso, se for a vontade Dele, mas depende muito de nos unirmos em busca da verdade, àquela que foi mostrada para Pilatos e ele não acreditou – João 18:28 e 19:16.
A propósito, não vimos manifesto nenhum dos religiosos, sobre o sacrilégio publicado na folha de São Paulo, agredindo Jesus Cristo em plena Semana Santa. Cada dia um pecado novo! 
Que Deus tenha misericórdia do mundo e proteja o nosso Brasil!




 
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