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EPAMIG e Cooxupé promovem dias de campo sobre cafeicultura



A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) e a Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) promovem na próxima semana dois dias de campo para a apresentação dos resultados do primeiro triênio do projeto que avalia o desempenho de cultivares de café para a região Sul de Minas. Os encontros, que acontecerão nos municípios de Alpinópolis e Cabo Verde, serão realizados em propriedades que abrigam Unidades Demonstrativas do projeto. 

No dia 10 de maio, terça-feira, a partir das 13h30, o encontro acontece na Fazenda Monge, em Alpinópolis. No dia 11, no mesmo horário, as atividades serão na Fazenda das Almas, em Cabo Verde. “A programação é bastante similar nas duas datas. Teremos uma estação da EPAMIG, na qual apresentaremos os resultados de produtividade e qualidade de bebida obtidos por cultivar nas diferentes Unidades Demonstrativas neste primeiro triênio de avaliação e as projeções para a próxima safra. E uma estação da Cooxupé com destaque para as ações da Cooperativa voltadas para a produção de cafés especiais. Para terminar, haverá um giro nas unidades demonstrativas, nas quais será possível observar o desempenho das cultivares em campo”, adianta o pesquisador da EPAMIG César Botelho.

 

Unidades Demonstrativas de Café no Sul de Minas

O projeto Unidades Demonstrativas de Café no Sul de Minas foi implantado em dezembro de 2016 com o objetivo de validar as novas cultivares desenvolvidas pelo Projeto de Melhoramento Genético do Cafeeiro da EPAMIG, em aspectos como produtividade, qualidade e resistência. A parceria entre EPAMIG e Cooxupé conta com Unidades Demonstrativas em 15 municípios da região, onde foram plantadas 10 cultivares diferentes, oito desenvolvidas pela EPAMIG e duas amplamente cultivadas que servem como testemunhas, Catuaí Vermelho IAC 99, como padrão de produção, e Bourbon Amarelo IAC J10, como referência de qualidade.

“É importante destacar que o manejo do trato da lavoura aplicado nas Unidades é o mesmo adotado nas demais plantas da propriedade. Ou seja, é uma forma de o produtor ver lado a lado o desempenho dos novos materiais e comparar com aqueles que ele já cultiva”, destaca o pesquisador da EPAMIG, Denis Nadaleti.

Entre os anos de 2019 e 2021 foram avaliadas a produtividade da lavoura e a qualidade da bebida e alguns materiais já obtiveram destaque, caso da MGS Paraíso 2. “Os dias de campo com os resultados do primeiro biênio estavam previstos para ocorrer em 2021, mas tivemos que adiar em função da pandemia. Agora, com o retorno seguro dos eventos presenciais, vamos apresentar os resultados do triênio 2019 – 2021 e as expectativas para a próxima safra”, finaliza César Botelho.




 
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