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Governo de Minas lança sistema estadual de identificação de animais domésticos



Minas Gerais sai na frente na gestão de políticas públicas relacionadas à fauna doméstica com o Sistema de Identificação de Animais Domésticos, primeiro banco de dados público do Brasil desenvolvido por um governo estadual para controle e monitoramento de espécies da fauna doméstica.

A iniciativa integra as ações do Programa Estadual de Microchipagem “Conheça seu Amigo”, promovido pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). Clique aqui para acessar o sistema.

O novo sistema permite que municípios, entidades protetoras, clínicas veterinárias e unidades móveis de esterilização registrem gratuitamente os dados de animais domésticos, bem como de seus cuidadores, sejam eles tutores (pessoa física) ou instituições de proteção animal. As informações estarão disponíveis a qualquer cidadão, por meio de consulta pública.

“Os dados registrados no Sistema de Identificação Animal irão auxiliar municípios, governo e entidades protetoras na tomada de decisões e elaboração de políticas públicas que visem melhorias na relação homem-animal-ambiente, constituindo uma importante ferramenta de gestão da fauna em Minas Gerais”, afirma a secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marília Melo.

Para acessar o sistema, cada município deverá solicitar a criação de usuário junto à Semad a partir do e-mail faunadomestica@meioambiente.mg.gov.br, informando nome completo, CPF, e-mail, data de nascimento e cargo público do usuário cadastrado. Os municípios serão responsáveis também pela inclusão de parceiros, como clínicas veterinárias, organizações da sociedade civil e unidades móveis de castração, que atuem em seu território.

Conheça seu Amigo

Implementado em março deste ano, o Programa Estadual de Microchipagem “Conheça seu Amigo” realizou a doação, pelo Estado, de 63 mil microchips de identificação e aparelhos leitores a 74 municípios mineiros em sua primeira fase de execução.

Os microchips estão sendo implantados em cães e gatos provenientes de comunidades de baixa renda, em situação de rua, disponíveis para adoção sob tutela de Organizações da Sociedade Civil ou integrantes de áreas prioritárias de superpopulação animal.

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