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Menino foge de casa, dorme em piscina de bolinhas e é estuprado em Minas Gerais



Um menino de 12 anos foi estuprado após desaparecer e passar a dormir em um parque de diversões em Uberaba, no Triângulo Mineiro. De acordo com o boletim de ocorrência, o adolescente estava dormindo em dentro de uma piscina de bolinhas e um funcionário do parque dava R$ 50 para ele e permitia que ele ficasse no local em troca de relações sexuais. 

O caso foi descoberto depois que um familiar do garoto procurou a Polícia Militar e disse que ele desapareceu no domingo (1) e que o menino é portador de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA), um problema neurobiológico que causa falta de atenção, inquietação e impulsividade. 

Durante as diligências para encontrá-lo, uma testemunha procurou a Polícia Militar dizendo que encontrou o adolescente no parque dormindo na piscina de bolinhas. Ela conversou com ele e fez um vídeo em que a vítima conta que o suspeito ofereceu para que ela dormisse no local e depois deu R$ 50 em troca de relações sexuais. As imagens foram repassadas à Polícia Militar e posteriormente à Polícia Civil. 

 

Câmeras comprovam que garoto dormia em brinquedo

Os militares pediram também as gravações das câmeras de segurança do local e viram o garoto entrando na piscina de bolinhas por volta de 23h desta terça-feira (3). O suspeito acompanha a vítima. 

Ao ser questionado, o funcionário do parque negou que tenha estuprado o garoto. Aos policiais, ele disse que não deixava o menino dormir no parque e que iria arrumar um "serviço" para ele no local, por isso os dois conversavam como mostram as imagens. Na versão dele, a câmera não mostra, mas a vítima foi embora. 

O garoto confirmou que realmente estava dormindo no brinquedo e que era estuprado pelo suspeito. O homem foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil que vai investigar o caso. 

A vítima foi levada ao hospital acompanhada do pai para passar por exames e depois para a delegacia para ser ouvida. O Conselho Tutelar também foi acionado para acompanhar o caso. 

Fonte: O TEMPO



 
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