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Minas Gerais registra mais uma morte de criança com suspeita de raiva humana



Minas Gerais registrou mais uma morte de criança com suspeita de raiva humana. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou, neste domingo (29), que a vítima tinha quatro anos e era moradora da zona rural de Bertópolis, no Vale do Jequitinhonha. O caso dela foi notificado na sexta-feira (27) e, no sábado (28), ela não resistiu.

Esse é o quinto caso suspeito de 2022, após 10 anos sem registros da doença no estado. Três casos já foram confirmados: dois adolescentes de 12 anos e uma criança de 5 anos, que morreram no intervalo de um mês. Eles eram da etnia Maxacali e viviam na reserva indígena de Pradinho, também em Bertópolis.

Ainda segundo o governo de Minas, os dois adolescentes haviam sido mordidos por morcego. Já a criança de cinco anos, apesar da ausência de sinais de mordida ou arranhões provocados pelo animal, teve a morte investigada por ser moradora da mesma região das outras vítimas.

Um quarto caso suspeito, de uma menina de 11 anos, teve resultado laboratorial descartado para raiva. De acordo com a SES, a morte da menina de quatro anos, neste sábado, continua em investigação e a pasta aguarda os resultados dos exames.

O governo afirmou que intensificou a vacinação antirrábica das pessoas na região e que, até o momento, 2.429 dos 2.500 moradores da área rural de Bertópolis já receberam a primeira dose. Dessas, 2 mil já receberam duas doses.

 

Medidas de prevenção e controle

A SES-MG ressalta que, assim que foi notificada do primeiro caso suspeito, junto com o Distrito Sanitário Especial Indígena/DSEI MGES e equipe de área do Pólo Base adotaram medidas imediatas e contínuas de prevenção e controle da raiva na localidade. 

A Secretaria informa ainda que o último caso de morte por raiva humana em Minas Gerais foi registrado em 2012, no município de Rio Casca.

Por fim, a SES-MG destaca a importância de se procurar a Unidade de Saúde mais próxima para avaliação da necessidade de adoção de medidas profiláticas (administração de vacina e/ou soro) em caso de qualquer incidente com mamíferos silvestres ou domésticos, sobretudo morcegos, cães e gatos.

Fonte: G1



 
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