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Opinião com Luiz Fernando Alfredo



Estamos tentando contribuir com nosso país

Fomos abordados por um amigo muito inteligente, intelectual e vivido, que disse: Meu caro amigo, infelizmente não concordo com suas posições políticas, pois não voto em Bolsonaro. Ficamos agradecidos por seu comentário, pois, fomos inspirados a escrever este texto, logicamente que não é para afronta-lo.
É evidente que todos têm direito de escolherem o candidato que mais confiam, o mais simpático, o mais bonito, o mais inteligente, até mesmo àquele que conseguiu engana-lo, enfim, pois, se todos tivessem uma única opinião, seria burrice – a unanimidade é burra diz a máxima – afinal gosto ou preferência não se discute, pois somos semelhantes, mas não iguais.
Existem às cosmovisões, que não se nivelam a uma simples escolha, pois, trata-se de perceber o mundo, geralmente, tendo em conta as relações humanas, buscando entender questões filosóficas. As cosmovisões básicas são sete matrizes das quais, as demais formas de enxergar o todo derivam: Teismo, Deismo, Ateismo, Panteismo, Paneteismo, Teismo finito, Politeismo, em resumo, estas nomenclaturas determinam a nossa visão de mundo, se há um Deus ou mais deuses, e intrinsicamente, os mistérios do cosmo e da vida.
Sempre definimos a inteligência como sendo a capacidade do indivíduo encontrar soluções para situações problemáticas, antecipando-se às experiências vividas. E considerando que a inteligência pode ser aumentada, partindo-se da busca de um conhecimento amplo e de uma vivência cosmopolita, absorve-se a influência de diversas culturas, habilitando-o a disseminar grandes contribuições na interação com o ambiente circundante.
Com estas considerações não queremos julgar quem é mais ou menos, afinal, nós, perante o universo infinito, imponderável e intimidador, não somos melhores ou piores, considerando a essência da vida; o arbítrio é livre, o choro também.
A nosso ver, estamos vivendo em paralelo com uma tecnologia desenfreada e veloz, pois se a ciência estuda algo e descobre através de leis universais; a tecnologia desenvolve algo que a ciência estudou, portanto a distância entre as duas é visivelmente grande, em função daquela ser mais lenta e limitada do que esta. Supomos que não há, praticamente, mais nada para ciência descobrir, pois chegamos no auge do conhecimento limitado ao planeta terra, se houver mais, teremos que ultrapassar a Linha Karman (100 quilômetros do nível do mar) como limite entre a atmosfera e o espaço sideral.
Portanto, por falta de espaço e por não terem como pensar outros horizontes científicos, todos enveredaram para seguir o ritmo do vento. “O vento sopra onde quer e ouves seu ruído, mas não sabes de onde vem ou para onde vai. Assim acontece com todo aquele que nasceu do espírito” (Jo3:8); pode nos surpreender se não usarmos à lógica para desvendarmos o melhor caminho a seguir.
Fizemos toda esta textualização para integrarmos no contexto de nossas falas em artigos anteriores e deixarmos bem claro que nossa insistência em defendermos Bolsonaro não é uma preferência política, dessarte, só ouvimos falar dele quando o mesmo se candidatou e por sinal no primeiro turno, votamos em Geraldo Alckimn, porque achávamos que não tínhamos escolha melhor. No entanto, no segundo turno, por falta de opção também, votamos no Bolsonaro.
Qual foi nossa surpresa, que achávamos que ele não governaria sem conchavo com os parlamentares de centro, principalmente para fazer às reformas necessárias, no entanto, foi mister ceder, sem corromper às convicções da plataforma de governo.
Ficamos surpreendidos com os resultados do seu governo no primeiro ano e mais boquiaberto ainda, com o que ele, Bolsonaro, enfrentou numa pandemia, em 2020 até poucos dias atrás, simultaneamente, com o maior bombardeio da imprensa nacional e internacional, um congresso fisiológico, grande parte corrupta e covarde, e mais os esquerdistas, e no entanto ele venceu, mesmo com mais de 120 intervenções indevidas do STF, alguns banqueiros, servidores públicos do alto escalão e parte dos empresários antipatriotas e o Brasil está ai, entre todos os demais países sobressaindo positivamente, no que tange a inflação e ajuda social aos brasileiros e redução do desemprego.
O passado de Lula e seus asseclas dispensa comentários, Ciro Gomes, um dos piores governadores do Ceará, Dória que deixou São Paulo com uma popularidade risível, Simone Tebet sem experiência, Eduardo Leite, péssimo governador do Rio Grande do Sul, Geraldo que provou o seu caráter duvidoso ao se aliar a Lula, cantando o hino dos comunistas – Internacional Socialista.
Com esta renca desqualificada, precisamos ou não, torcer para o pre-candidato Bolsonaro não esmorecer, e tentarmos influenciar outros? Em sã consciência, pensando só no Brasil, existem opções? Se a história narra fatos passados (às vezes discutíveis) e acreditamos, por que não buscarmos fatos do momento e constatarmos sua realidade? Muitos não conhecem os perigos da esquerda neste momento, onde o mundo está sem rumo, os biliardários torcem para o globalismo, e os governos são simpatizantes ao socialismo. Até o Papa Francisco está perdido, praticando heresias, arriscando dividir a igreja católica.
Leitores, vocês sabem o que significa em latim “Ordo ab chao”? – crise democrática e a nova ordem mundial? Qualquer verossimilhança do que está acontecendo no Brasil não é mera coincidência. Promoção de guerras e pandemias está dirigido ao caos econômico, para facilitar o intento dos globalistas, portanto vale a pena proteger a soberania e a liberdade de nosso país, ele ainda é nosso.
Está mais do que evidente, só falta desenharmos para alguns, que Bolsonaro e seus simpatizantes querem Deus, família, pátria e liberdade, enquanto que os outros, preferem Venezuela, Cuba, China, Argentina, Bolívia, Chile e outros países massacrados. O índice de pobreza da Venezuela hoje é de noventa e seis por cento, ela que já foi um dos países mais rico do mundo.  
Vamos aguardar, políticos dependem do povo, nestas eleições, que tal mudarmos o voto e deixarmos muitos pilantras sem suas mamadeiras longevas? Verão que a nova geração eleita, não brincará em serviço.
Tomemos como exemplo a maior democracia do mundo, vejam o que está acontecendo lá nos Estados Unidos, depois que a esquerda assumiu o poder. Este ano de eleições brasileiras, não elegeremos apenas Presidente, Governadores e Parlamentares, com certeza, estaremos ditando os rumos de nosso Brasil para décadas.
Grande frase a do ex-Ministro turismo Gilson Machado: “PREFIRO DEZ MIL VEZES UM PRESIDENTE QUE REZE O PAI NOSSO, DO QUE UM QUE COMA O PÃO NOSSO”!
Que Deus proteja os brasileiros! 




 
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