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Opinião com Luiz Fernando Alfredo - 12/05/2022


 

Cuidado para não matarmos os sonhos das pessoas

Sonhar é a magia da vida, afirmativa simples, contudo de uma profundidade insuperável, pois, por mais que queiramos uma determinada dádiva material ou sentimental, primeiro elaboramos às linhas expoentes e tênues do “design” que se nos empolga, ao ponto de refina-lo de tal maneira suave como um ourives; que chegamos a duvidar que a reprodução de uma cópia seria tão fiel, capaz  de influir positivamente no nosso regozijo, porque o que vemos num sonho, não se repete no outro, daí perdemos às perspectivas originais da perfeição.
Vida é potência maiúscula, embora, tenha que ser eivada de prudência, para não macular os sentimentos de reverência de duas almas e talvez um Deus, dois ou mais deuses, objetos de venerações, tais entidades, inclinam e se saúdam mutuamente, pois entre eles estão à criatividade, o sopro de vida, porquanto são merecedores de respeito.
A nosso ver, diante dos acontecimentos no mundo hoje, e a capacidade de discernimento que devasta o entendimento da maioria de sociedade mundial, tudo que teríamos de agregarmos em matéria de ineditismo, já aconteceu.
Partindo dos principais precursores do estoicismo como Sêneca, Cícero e outros, surgira uma doutrina na Grécia Antiga, que prezava a fidelidade ao conhecimento e do foco em tudo aquilo que pode ser controlado somente pela própria pessoa, desprezando todos os tipos de sentimentos externos, como a dor, paixão e desejos extremos. Para vivermos uma satisfação é preciso entendermos às regras da ordem natural, já que tudo está enraizado na natureza; a virtude é suficiente para felicidade - um sábio é imune ao infortúnio – mera ilusão provocada por boa-fé, a nosso ver, é a cisão que pode estereotipar o discernimento, prejudicando os resultados que poucos enxergam e só a eles, são permitidos a presença na fonte do todo; infelizmente um especialista só dá conta da sua praia, ainda que ele decore uma parede de diplomas e títulos  – salve às generalidades e abaixo à coercitividade!
A par da visão limitadíssima, os protagonistas atuantes do quanto pior melhor com apenas dois neurônios, um para desconstruir maliciosamente e outro para enganar a si mesmo, não perdem oportunidades.
Que asco sentimos do jornalismo que se pratica hoje no mundo inteiro, poucos se salvam no contexto de seu juramento acadêmico, é tão eloquente às diferenças, que evidenciando aqui no Brasil, quem é bom e quem não presta, usamos as pessoas famosas de Alexandre Garcia e Miriam Leitão, respectivamente.
Assistindo certas entrevistas notamos o despreparo e petulância dos que não prestam para informar e muito menos opinar sobre às falas das figuras públicas, que fazem parte da escória da hipocrisia brasileira e neste quesito, elegemos para representar todos: Rodrigo Pacheco, Presidente do Senado, Arthur Lira, Presidente da Câmara Federal e a maioria do Supremo Federal; vamos dar desconto para os esquerdistas, pois, como pessoas, sofrem de cegueira, no entanto, demonizemos apenas os discursos de improviso de Lula, que mostra  o retrato do inferno comunista e o sistema faz ouvidos moucos, falta de inteligência ou excesso de ódio, tornando-se camicase ou estúpido.
Nós, manifestamos no texto anterior que, a não ser fiscalizarmos, não existe mais o que se fazer para aperfeiçoar as urnas eletrônicas, neste ano, por conta da covardia do Congresso Nacional, contudo não podemos deixar de estranhar a intransigência de Barroso, o crente de João de Deus e descrente dos brasileiros, em não permitir às mudanças desejadas a bem da transparência. 
Descontando-se alguns exageros e erros de Bolsonaro, o único que não titubeou nas suas convicções e joga dentro das quatro linhas da constituição, indiscutivelmente, no seu lema adotado, como Presidente do poder Executivo, está evidenciado que os demais poderes não cumprem às regras constitucionais na sua totalidade, seja por omissão ou comissão e dane-se a missão. 
Que Deus ajude os brasileiros até mesmo os perdidos na ignorância! 


 
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