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Opinião com Luiz Fernando Alfredo - 21/06/2022


 

Absurdos eleitoreiros

Vamos derrubar Bolsonaro e para tanto, não nos faremos de rogados, custe o que custar, vale tudo. Esta é a tônica da oposição de grupos instados pelos egos daqueles que temem perder muito e daqueles que não vislumbram ganhar mais e os sem compromissos com o futuro da nossa progênie (posteridade) – certo parte dos professores públicos das três esferas de governo?

Analisando os comentários das mídias sociais e tradicionais depreendemos que, na concepção destes grupos de expectativas nada alvissareiras, poderemos dividi-los em dez subgrupos, os quais são partes: dos servidores públicos, das instituições financeiras, das empreiteiras sócias do PT, dos políticos corruptos, dos artistas gananciosos, dos que ganhavam dinheiro fácil com às burocracias do governo, dos ongueiros sabotadores, dos comunicadores, dos jovens moderninhos (vivem nas nuvens das ilusões e dos protestos contra a ordem) e sem noção do que os esperam. Complementando estes subgrupos temos o total da esquerda radical também denominada neossocialismo, na verdade, comunistas de carteirinha.

Reiterar que Bolsonaro é frequentador assíduo do tronco ou calabouço, onde se apanha sem nenhuma parcimônia, é uma repetição quase insuportável, porém, fizemos questão de lembrar, porque, além de baterem, ainda passam sal e pimenta a gosto, nas feridas.

É um absurdo, o barulho que fizeram com o Presidente, por conta do fim trágico dos dois metidos a “Crocodilo Dundee”, que se embrenharam na floresta amazônica, o indigenista e o jornalista, dois babacas, sem compromissos com a prudência.

Todos sabem do tamanho da floresta e seus perigos, fizeram de maneira errada e imprudente a incursão, e o mundo inteiro condena o Bolsonaro, eleitoreiramente, sem nenhuma lógica, num verdadeiro atentado à inteligência de muitos, que preferem ficar calados. Poderão dizer que não estamos sensibilizados com duas vidas ceifadas, e acertaram, não estamos mesmo, afinal viver é uma atividade emocionante mas deveras arriscada, e se às pessoas optam por uma vida perigosa, terão mais probabilidades de morrerem, vítimas da própria vida que escolheram. 

Falamos dos sub grupos de algozes de Bolsonaro, porque, com exceção dos radicais de esquerda, todos sabem que o Brasil não pode e não deve voltar às métricas antidemocráticas antigas, pois o povo acordou, e correr o risco com esta bandidagem que está espreitando o poder, ninguém, com um mínimo de bom senso, irá dar vazão a qualquer tipo de antipatia ao governo atual e, votar em branco ou numa terceira via, seria um suicídio patriótico.

Estamos no momento mais propício para limparmos nossa república dos bandidos profissionais e aprendizes, pois “batatinha quando nasce espalha a rama pelo chão” e “devemos correr dos burros quando fogem”. O dito popular expressado erroneamente: “Cor de burro fugido”

Que Deus ilumine o povo brasileiro!




 
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