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Pena de mineira presa na Tailândia pode subir 4 anos se ela não pagar R$ 109 mil

Divulgação


A mineira Mary Hellen, de 22 anos, presa na Tailândia por tráfico internacional de drogas, terá que pagar cerca de o equivalente a R$ 109 mil reais para não ter a pena dela aumentada de 7 anos e seis meses de prisão para 11 anos e sete meses. A informação foi dada pela defesa da jovem nesta quarta-feira (15). 

“No julgamento realizado em 6 de maio de 2022, foi sentenciada a 7 anos e 6 meses de prisão e terá que pagar uma multa de 750.000 Baht (o equivalente a R$ 109 mil). Se não puder pagar a multa, será punida com prisão em vez da multa, de 500 Baht por dia. Se for pagar em dias, ou seja, 500 Bath por dia, teria que cumprir 1500 dias além da pena principal”, explica o advogado Telêmaco Marrace. 

Uma alternativa para a jovem é trabalhar na cadeia. Conforme explica a defesa de Mary Hellen, se ela for considerada uma boa prisioneira, terá uma “significativa redução de seus dias na prisão”, informou Marrace. Ele, porém, não detalhou quantos dias seria possível abater no tempo de detenção. 

Além disso, segundo o advogado, a jovem poderá cumprir um terço da pena e solicitar o “perdão real”. 


Relembre o caso 

Mineira de Pouso Alegre, no sul do Estado, Mary Hellen foi presa após ser pega com 15,5 kg de cocaína na bagagem, em 14 de fevereiro. 

A sentença da jovem, que se declarou culpada, foi promulgada no dia 11 de maio. Na época, a advogada Kaelly Moreira afirmou que a pena foi compatível com as leis do Brasil, que preveem de 5 a 15 anos de prisão. 

"Ela teve uma pena dentro dos limites legais, o que traz uma certa tranquilidade tanto para a família quanto para a defesa”, disse ela. Ainda na ocasião, Kaelly afirmou que Mary Hellen “não é uma pessoa abastada”.


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