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Varíola dos macacos: Minas investiga caso que seria a primeira morte no mundo



A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou que investiga o primeiro caso suspeito de monkeypox, chamada varíola do macaco, no Estado. O caso foi em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. 

De acordo com a pasta, foi notificado no sábado (11) um óbito suspeito da doença. Trata-se de uma pessoa residente em Uberlândia e que trabalha em Araguari, também no Triângulo Mineiro. Dentre os contatos próximos, ainda não há nenhum outro caso sintomático. 

Até o momento, nenhuma morte em decorrência da doença foi registrada no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). 

"Para o diagnóstico laboratorial, a SES-MG orientou que fosse coletada a amostra para a análise pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). Todos os dados clínicos também serão avaliados pela equipe técnica da Secretaria Estadual e do Ministério da Saúde para classificação e encerramento do caso. A SES-MG, a SRS Uberlândia e as secretarias municipais de Saúde de Araguari e Uberlândia estão investigando o caso e monitorando os contatos próximos. Demais dados quanto ao caso não serão divulgados para preservar a privacidade e individualidade do paciente, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGDP)", diz o comunicado da secretaria. 

Segundo a SES-MG, não há nenhum outro caso confirmado ou em investigação em Minas. 

Varíola dos macacos no país 

 O Ministério da Saúde confirmou neste domingo (12) o terceiro caso de varíola dos macacos no Brasil. O paciente é um homem de 51 anos que mora em Porto Alegre (RS). 

O homem tem histórico de viagem para Portugal, com retorno ao Brasil no dia 10 deste mês. Ele está em isolamento domiciliar, junto com os seus contatos, apresenta quadro clínico estável, sem complicações e está sendo monitorado pelas secretarias de Saúde do estado e do município.

"Todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de monkeypox, com o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos, tanto nacionalmente quanto do voo internacional, que contou com o apoio da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)", afirmou a pasta, em nota.

No momento, o Brasil registra três casos confirmados, sendo dois em São Paulo e um no Rio Grande do Sul. Estão em investigação outros seis casos. Todos seguem isolados e em monitoramento.

O governo federal criou uma sala de situação para acompanhar o avanço da doença.

No mundo, a OMS (Organização Mundial da Saúde) contabiliza mais de 1.000 casos confirmados em 29 países. Nenhuma morte foi registrada. (Com Folhapress)


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