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Dados da Procafé apontam que seca deste ano nas lavouras de café já é pior do que no ano passado

Foto: Reprodução/EPTV


Dados da Fundação Procafé apontam que a seca deste ano já é pior do que a do ano passado. Segundo a fundação, houve uma queda de 65,94% na comparação de junho deste ano com o mesmo período do ano passado. 

Neste mês de junho, de acordo com as estações meteorólogicas da Procafé, as precipitações ficaram novamente abaixo da média histórica. Em Varginha, por exemplo, o "esperado" seria chover 33,4 milímetros, mas choveu apenas 9,2. 

Em uma média geral da região, deveria chover em torno de 30 a 32 milímetros e choveu sete. Sem cooperação do clube, a vegetação é prejudicada. Os índices de infecção de ferrugem, dos pés de café na região de Varginha, chega a 24% das folhas infectadas. 

Segundo o engenheiro agrônomo da Procafé, Alysson Fagundes, é preciso que a chuva chegue, mesmo em pequena quantidade, para melhorar a situação das lavouras, já que a estiagem pode refletir na próxima safra. 

"A situação de déficit hídrico na cafeicultura de arábica no Sul de Minas, Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Mogiana Paulista, até o momento é pior em 2022 do que ocorrido em 2021. Até meados de julho, a nossa situação é bem pior do que em 2021, no entanto se tivermos uma chuva no final de julho ou início de agosto, a situação climática muda completamente e poderemos ter uma safra um pouco melhor, mas a safra de 2022 já tem um comprometimento devido a esse déficit hídrico", disse o engenheiro.


G1 Sul de Minas


 
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