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Opinião com Luiz Fernando Alfredo- 21/07/2022



Imperfeições e acertos durante e depois da pandemia

 Tem certas coisas que nos intrigam muito; aprendemos através da sabedoria popular e, concordamos em parte, que alguns jargões são bem instrutivos como: “Nem tanto ao mar, nem tanto à terra”; “a virtude está no meio”, realmente são algumas lições pedagógicas, embora na Bíblia Sagrada esteja escrito que, “Deus vomitará os mornos” (apocalipse 3;15;16), não podemos ser tão literais, sem considerarmos o contexto e o âmago da questão.

Estamos sempre escrevendo que às pessoas estão tendo dificuldades de pensar, achamos que a tecnologia contribui, substancialmente, com à desídia em raciocinar, analisarmos, concluirmos, nos aproximarmos da lógica. Sinal dos tempos.

A par deste introito, gostaríamos de comentar uma atitude, que cada vez mais nos decepciona, é a omissão da maioria.

Reiteramos a nossa frase preferida: A coragem é o sustentáculo de todas as virtudes inatas e adquiridas; é evidente que não devemos ser imprudentes, contudo não precisamos tremer, diante de qualquer adversidade, pensando só na nossa integridade física, moral e financeira.

Conhecemos tantas “cabeças” privilegiadas, no entanto, por comodismos, desinteresses, medo de se exporem, apenas apreciam a “banda da vida” passando, tocando uma música desafinada e no máximo, sentem uma indiferença ou esboçam  sorrisos “amarelo”, caras de paisagens, tipo, dane-se, não é problema meu.

Gostaríamos de exemplificar este contexto, citando à pandemia, hoje mais arrefecida, com uma indagação: Não fosse às vaidades, às ideologias de esquerda, a politicagem em si, teríamos perdido tantas vidas, mesmo com o acorrimento da maioria das autoridades das três esferas de governo?

Sabemos que de muitas omissões, por conta dos organismos internacionais, que tiveram como prioridade à ciência, pouco tangível naquela hora, para serem tão categóricos com suas determinações, até que chegassem às vacinas ou sabemos lá, se à própria imunidade natural, em muitos casos, foi um parto. Até efetivarem com maior segurança os tratamentos a critério do profissional médico de cabeceira, cuja maioria fez o possível para salvar vidas, sob ameaças veladas de organismos burocráticos, outros não, no entanto, não sabemos se esta controvérsia dos ativistas, não provocaram mais mortes. Estamos na dúvida, se a medida do “fica em casa, a economia a gente vê depois” ou “estando com os sintomas da covid-19, faça o teste, se positivo, quarentena de quatorze dias e caso esteja com dificuldades de respirar, procure internação”.

Diante das novidades da pandemia, aconteceram tumultos, pavor e falta de informações no começo, prevalecendo opiniões de alguns alienados esquerdistas; aqui em Varginha mesmo poderíamos citar pelo menos dois que se destacaram, como ferrenhos defensores da ciência ainda sem comprovação, pudera, dois petistas de carteirinha, da Secretaria de Saúde (o mavioso e a maviosa radicais), adoravam potencializarem na cidade juntamente com alguns poucos médicos “sabonetes” “bon-vivant”, um Secretário, que fora obrigado a se afastar para tratar da sua saúde, mais um Secretário, gente boa, competente, contudo mais escorregadio do que um “bagre ensaboado”, em seguida, outro Secretário, educado e solícito, porém, mais redondo e liso do que bola de boliche, um Procurador parecido com o estilo dominador e austero, um Secretário de Fazenda regulando dinheiro para a FHOMUV, cheio de sugestões para fecha-la ou privatiza-la, um Prefeito firme, bem democrático naquela hora, na sua conduta, afinal, não poderia ter decisões autocráticas,  conduziu bem os trabalhos, sem afoitezas, mas a grande estrela da empreitada mais irretocável, foi a zelosa servidora, Nara Alvarenga Mendes Viana, e não poderíamos deixar de saudarmos os devotados médicos da linha de frente, profissionais multidisciplinares, enfermeiros e pessoal de apoio, que enfrentaram às dificuldades e tristes perdas, também consternarmos com às famílias que sofreram pelos parentes que se foram. Agradecemos também à ajuda dos Vereadores, Joãozinho enfermeiro e a Excelentíssima Presidente da Câmara, Zilda Maria da Silva, que ajudaram muito o Hospital Bom Pastor, quando estávamos na Presidência do Conselho.

Foram nítidos e louváveis os esforços concentrados, por outro lado, lamentamos pelos estudantes, em função das longas férias dos professores, cuja maioria não envidou nenhum esforço para pedir ao sindicato que autorizasse às aulas, contudo, justificado para todos que puderam se dar ao luxo de debitar ao pânico do momento.

Seria como procurar agulha num palheiro, mas, apesar das mazelas, dúvidas, desvios de dinheiro público não apurados, que precisam ser subtraídos dos percalços no enfrentamento, considerando às proporções de natureza mundial, perguntarmos onde estariam os genocidas que passarão para história, acrescentaria algo, sabermos – achamos que não - vamos apenas pensar como estaria a consciência individual dos omissos, pensando.... pensando... se ainda houver remorsos neste planeta? 

Achamos que Varginha, apesar de todas polêmicas citadas oriundas do politicamente correto, ficou acima da média no enfrentamento.

Temos muito que agradecer ao Todo Poderoso, por não ter sido pior, mesmo com o candidato mentiroso e ladrão, Lula da Silva, tendo comemorado com a oportuna pandemia, esperando ver o governo desabar, o que não aconteceu.

A propósito, os estranhos esforços dos ministros do TSE, para negarem o obvio ululante, após à explanação do Presidente da República, sobre o quão vulnerável são as nossas urnas eletrônicas, diante de quarenta embaixadores, que sabem que tais urnas não se usam em seus países, pelos simples motivos de que não são auditáveis na contagem dos votos, caso, não revelem à verdade para seus governos, estas personalidades não entendem o idioma brasileiro, são tapadas ou desonestas. 

Quem lacra não lucra! Não sabemos quem criou esta frase nas redes sociais, porém, foi uma máxima certeira. Empresários e financistas que sentem falta da esquerda caviar, que além do dinheiro que têm resolveram comprar poder, se ferraram, vamos nos limitar a dois exemplos, Luiza Trajano, dona do Magazine Luiza, implorando para os clientes voltarem a comprar em suas lojas, enquanto que Luciano Hang da HAVAN, cresce cada vez mais. A lei do retorno é realmente implacável, quem optou pelo pandemônio, está dançando uma música de quinta categoria no inferninho ilusório do bandido raivoso, andando de um lado para outro como um leão na jaula, rugindo cada vez mais rouco.

Na metáfora do Ministro, Paulo Guedes, usando de eufemismo, chamam os críticos descontentes de “nuvem de gafanhotos”. Mas que revoada, hein? Bandeiam para todos os lados todos os dias, porém, não acham lugar para pousarem e corroerem o Palácio do Planalto, os Ministérios e as nossas estatais. Ainda bem que a empreitada do Jair continua indo, para não acontecer o já era.



 
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