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Opinião com Luiz Fernando Alfredo - 19/07/2022




 

Jesus Cristo, Sócrates e os tempos atuais

Jesus Cristo, não deixou nada escrito por Ele mesmo, sua vinda na terra foi prevista na Bíblia Sagrada, desde Genesis, perpassando por vários profetas e patriarcas, destacando-se o profeta Isaias que mais deu detalhes antecipados Dele. 
Sua história foi escrita através dos testemunhos dos apóstolos, pessoas dos vilarejos e cidades que Jesus pregara, e os quatro Evangelistas que foram os discípulos, São João e São Mateus, os outros dois, Lucas e Marcos não conheceram o Senhor, eram apóstolos de São Pedro e São Paulo.
Sócrates, também não deixou nada escrito, sua história foi narrada por seus discípulos Platão e Xenofonte, dois dos seus discípulos, que mais o honraram.
Os dois nasceram com quase quatro séculos de diferença, ambos pacíficos porem considerados agitadores; Sócrates viveu de 470 a 399 a.C., Jesus Cristo, do ano um ao 33, segundo a história mais conhecida, eram reconhecidos, Sócrates como o sábio, que inspirou a sabedoria e Jesus o filho de Deus que inspirou a fé, o filósofo,  morreu aos 70 anos de idade, ensinando em locais públicos de Atenas, ele que acreditava  na reflexão pessoal e a meditação, as quais eram às maiores fontes de sabedoria: “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo”, o que resume a postura do filósofo, pela qual fora traído por Crítias, “com a acusação de não reconhecer os deuses do Estado, introduzir novas divindades e corromper a juventude”. Sócrates era de origem humilde, filho de um Artesão e uma parteira; Sócrates se considerava um “parteiro de ideias”. Assim como sua mãe, que trazia bebês ao mundo.
Sócrates utilizava-se da maiêutica – uma ferramenta retórica/argumentativa que consistia em sucessivas perguntas sobre a essência de algo, sobre o que é algo. Sócrates utiliza-se de ironia, que servia para desconsertar o interlocutor e mostra-lo que o conhecimento que julgava ter estava incorreto, pois a verdade era a essência de tudo. Era considerado pelos cidadãos da Polis um agitador cujas ideias não afinavam com os sofistas possessivos.
Sócrates afirmava a sua ignorância, dizendo a frase que, segundo ele mesmo, definia-o: “Só sei que nada sei”. Não sabemos se era humildade ou estratégia do sábio.
Sócrates aceitou às acusações sem usar de pedido de misericórdia, só tentou se defender com argumentos sobre seus ensinamentos, negou-se a desonrar sua filosofia, e honrar os deuses de Atenas e foi condenado a tomar um cálice de um veneno chamado cicuta, o qual ele mesmo bebeu com suas próprias mãos e no estertor de sua morte, pediu a Críton seu discípulo: “Eu devo um galo a Asclepius. Peço-lhe que pague por mim”
Coincidências de Sócrates com Jesus Cristo: Nenhum dos dois deixaram nada escrito, Sócrates e Cristo acreditavam na eternidade, os dois pregavam a sabedoria através da maiêutica e a fé em Deus ensinada por parábolas, respectivamente. 
Sócrates se achava mais perto da verdade, Jesus dizia ser “O caminho, a verdade e a vida” (João - 14:6), Sócrates inspirou a criação de Academias e Liceus, Jesus Cristo mosteiros, igrejas, templos e seminários; Sócrates foi fundamental para ética e sabedoria do ocidente, Jesus é o Salvador da humanidade, com uma diferença Ele é Deus Filho. Sócrates morreu executado, traído por um discípulo, e pediu para pagar um galo que ele devia, Cristo crucificado, traído por Judas, negado por Pedro três vezes antes que o galo cantasse; Sócrates não ressuscitou e Jesus ressuscitou e ascendeu ao céu com seu corpo glorificado.
Usamos uma pequena síntese daquilo que recordamos através da história, sem albergarmos sob alguns livros de historiadores, pois, eles lançam certos ceticismos e controvérsias na existência dos dois e esta tônica vai de encontro a nossa fé; nosso método não é seguirmos todas ideias dos outros e sim a lógica e a palavra de Deus, destarte, apesar de coincidências os dois, Jesus Cristo e o filósofo são muito diferentes, talvez a sua filosofia e a dos pos-socráticos sejam oriundas da inspiração Divina, pois, só com as suas várias capacidades de ordem humanas, não concluiriam nada sem parâmetros importantes, pois influenciaram até a teologia. 
Apesar dessas coincidências e diferenças entre Jesus e Sócrates, os dois foram muito importantes para nossa moral no sentido lato, inspirando homens crédulos na metafísica, Platão e seus sucessores, Aristóteles, que embora divergiam muito em crenças do que era mais autêntico sobre a existência; Aristóteles achava que o mundo cotidiano era mais autêntico do que o mundo das ideias e formas de Platão.
Haja vista, que com divergências ou não, entre estes precursores e influenciadores de várias ciências; homens modernos falam como que se tivessem sido colegas íntimos deles, todavia, com uma diferença, eles copiaram, política, direito, moral, ética, estudos fundamentais para evolução do conhecimento científico, mas, que de certa forma desvirtuaram os conceitos. É só analisarmos a evolução do pensamento da espécie humana extremamente gananciosa, imediatista, utilitarista e vaidosa.   
Bem, a propósito, escrevemos isto porque, para valorizarem seus passes e estufarem os seus egos, falam demais desses personagens: grandes filósofos e Jesus Cristo de maneira muito fugaz e superficial, querendo subliminarmente associarem à existência deles como iguais, deixando dúvidas do que é crido.
Assistirmos a algumas palestras de filósofos atuais, só consideramos às do Clóvis de Barros Filho, mais pela sua irreverência, outros não nos apetecem, especialmente, Leandro Karnal, que apesar de ter uma oratória fluente e competente, é um cético funesto, salvo melhor juízo, é também um dos grandes seguidores de esquerdistas, como Cortella, apesar de ser também um grande filósofo e educador, endeusa Paulo Freire e Darcy Ribeiro.
Há muitos sofismas ateístas, a fim de abalar a fé dos crentes. Talvez sejam ou não, pertinentes nossos comentários, afinal quem não tem oposição ao seu trabalho e credo? Há um proverbio em latim que diz “Multi homines credunt quia non est tibi faz” – “Muitos homens creem no que lhe convém”
E por falar em coincidências, com toda a nossa insignificância, diante de tantos nomes grandiosos citados, poderíamos, com a licença de nossos leitores, usarmos de uma parábola, analogia, maiêutica, metáfora, conspiração ou seja lá o que for, e nos incluirmos neste texto, óbvio sem hilaridade por respeito aos personagens, especialmente, o Senhor Jesus Cristo, com relação a uma situação meio que inusitada e parecida também com ganância e vingança. Todos sabem o que fizemos por Varginha voluntariamente em uns cargos e outros como agente político remunerados, portanto, caso seja verdade, o que estamos assistindo, com algumas provas, achamos que não merecemos nenhuma exclusão tão equivocada por parte do Município, se o processo não fluir nos termos dos artigos 37 da Constituição Federal - CF; e o 73 e 74 da lei Orgânica Municipal -  LOM.
Como estávamos protestando o que consideramos falácias de intelectuais, nós podemos estar diante de um governo (Pilatos), que preferiu lavar às mãos contra a nossa pessoa e outros empreendedores e, a favor de um empresário de nome Messias, que vai nos impor a presença diante do Sinédrio (Câmara Municipal) e uma justiça também de origem romana. Traídos pelas omissões de vários colegas, após sermos prejudicados por consequências de uma pandemia e uma guerra, e provavelmente, com mais dois que arriscaram a volatilidade da economia, com um CNPJ, pagando impostos, gerando empregos e rendas para cidade de Varginha há 22 anos com valores expressivos. Desde que o Brasil através do PT, passou a comprar mão de obra escrava da China, arrebentou com a metalurgia, nosso setor, sem diminuir o “famoso custo Brasil”, que só está melhorando após 2018, um pouco com Temer e muito com Bolsonaro – milhares de metalúrgicas fecharam ou envergaram, também por causa da roubalheira e paralização de três refinarias da Petrobrás. Até o  SENAI fechou em Varginha, não se forma profissionais para área.
Estamos sujeitos a perdermos nossos investimentos em função  de um astuto empresário da querida cidade de Elói Mendes, de nome Messias que cobiça, desde a época do PT em Varginha, nossas áreas alugadas, ainda  trazendo seus empregados da cidade de Elói Mendes, tendo a pretensão indispensável de apresentar carta de intenção de ampliação fabril, sendo que já adquiriu  uma área depois da ponte dos Buenos – município de Elói Mendes - para construir sua nova fábrica, o mesmo empreendimento oferecido para Varginha, com patrocínio ilegal, imoral, pessoal e sem publicidade, ao que parece, por essa administração municipal, que ainda, neste caso estaria favorecendo o enriquecimento ilícito de terceiros, salvo melhor juízo, muito bem fundamentado, que não seja o que relatamos, desculparemos e publicaremos nossa retratação; estamos apenas nos precavendo diante das  narrativas plausíveis,  alertado pelo dito popular: “O seguro morreu de velho” o que é uma expressão um pouco dúbia, mas sugere mais substancialmente, “que a precaução evita muitos dissabores futuros”.
Por outro lado, diferente de Sócrates, com a expressão “Só sei que nada sei”, nós pensando  num possível conluio, lutaremos até morrermos, não atrás de benefícios públicos, mas por justiça de espécie distributiva e comutativa, o que for pertinente, pois um imóvel que, segundo avaliações extra oficiais, valeria 20 milhões, sem às respectivas construções, estar sendo repassado por apenas 5,7 milhões de reais, por um “proprietário” que supostamente perdeu o objeto da venda por descumprimento de ônus sociais e financeiros com o Município e obrigações de obterem consentimentos com seus outros  inquilinos.
Somos obstinados em defendermos a lisura diferenciada deste Município, mas, não será possível acatarmos calados um prejuízo por incompetência ou exclusão, por parte do Poder público; o não cumprimento dos critérios normativos/administrativos, tão repentinamente, sem cogitar que poderia haver uma interpelação na justiça com seus prazos recorrentes das fases processuais como: postulatória, instrutória, decisória, recursal e executória. 
Tomara que nada disto prospere, de forma a termos que requerer apenas ao entendimento administrativo e à nossa egrégia Casa legislativa. E reiteramos para finalizarmos, estamos na fase de suspeição, com algumas provas factuais, do andamento do processo na justiça, teremos que pedir a investigação de tudo, portanto, se caso forem infundadas, sem dúvidas nos retrataremos a bem da verdade, pois, talvez o ocorrido até então, seja apenas de cunho político e inadvertidamente, pois, conhecemos uma infinidades de pessoas corretíssimas em nossas administrações diretas e indiretas municipais.
Grandioso és Tu Senhor! Obrigado pelas melhoras do nosso Brasil! 


 
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