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A complexidade administrativa está dificultando o apoio aos cidadãos afetados pelas enchentes no Rio Grande do Sul, assim como a entrega de doações

Reprodução/Exército brasileiro

Tanto os militares do Exército quanto os agentes vinculados ao governo impuseram exigências que obstaculizaram a assistência aos civis. As fortes chuvas na região já resultaram em mais de 107 mortes, afetando cerca de 1,4 milhão de pessoas em 428 municípios.

Muitos desabrigados buscaram abrigo com familiares ou em locais designados para receber as vítimas das enchentes, mas o dano material e emocional é incalculável.

Diante dessa crise sem precedentes, inúmeras pessoas se mobilizaram para oferecer suporte, porém, as autoridades estaduais, por meio das forças de segurança e outros órgãos, dificultaram a atuação dos voluntários. Relatos sobre a burocracia enfrentada no Rio Grande do Sul foram recebidos pela equipe de reportagem de Oeste, embora tenham sido contestados por membros do governo e alguns veículos de imprensa.

Esses relatos incluem desperdício de alimentos preparados por voluntários, dificuldades na obtenção de medicamentos e tratamento desrespeitoso por parte das autoridades.

Fonte: Revista Oeste

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