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Abrasel Sul de Minas participa da 9ª Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais em Varginha





Na manhã desta última quarta-feira (23/08), Varginha recebeu a 9ª Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Geais, com o tema: Caminhos Gerais – Itinerários e Rotas do Patrimônio Cultural Mineiro e apresentada pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, por meio do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG).

Realizada pela Fundação Cultural de Varginha, em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo e Comércio (SETEC), o nome da ação no município foi “Caminhos do Patrimônio Cultural: A Rota do Café em Varginha”. A jornada tem o objetivo contemplar o patrimônio cultural e a história local, assim como o potencial do turismo cultural dos caminhos, regiões e bens culturais.

A proposta da oficina integrada participativa é conhecer o patrimônio cultural de Varginha, mapear outros bens ou potenciais turísticos, avaliar o potencial para o turismo e pensar em produtos e/ou roteiros turísticos relacionados ao café.
A apresentação foi coordenada pelo diretor executivo da AME Cultura, Platinny Paiva, que explicou sobre o processo de criação de um produto turístico, através do Patrimônio Natural e Cultural; Recurso, Atrativo e Oferta Turística; Fluxos Turísticos e o tão esperado Produto Turístico.

Foram sugeridas algumas ações para a primeira etapa, como a história da cafeicultura: memórias sobre o cultivo do café em Varginha, dos primórdios aos dias atuais; as famílias de cafeicultores da cidade; a arquitetura do café inventariada nas fazendas, destacado e descrevendo as principais edificações; e o turismo e a sustentabilidade, relacionados à cafeicultura, implantando a Rota do Café na cidade, entre outras.

Já para a segunda etapa, foram sugeridos mapas de expansão e de onde se localizam as fazendas de produção cafeeiras, fotografias aéreas com drones das paisagens formadas pelos cafezais; rotas migratórias da cafeicultura através dos sírio-libaneses e os italianos em Varginha; os saberes e os modos de fazer relacionados à cultura cafeeira com os modos de plantar, cultivar, beneficiar e extrair o café na xícara; a tecnologia cafeeiras através de máquinas, implementos agrícolas e como se deram as modificações genéticas dos grãos; a comercialização, a logística, os deslocamentos e a exportação do café; a cafeicultura e sustentabilidade, entre outros.

De acordo com Platinny Paiva, Varginha integra com excelência esse grande chamado para preservação e promoção dos bens do Patrimônio Cultural Mineiro. “A proposta da Fundação Cultural foi bem bacana, pois contou com uma participação expressiva e representativa com membros de toda a cadeia produtiva do café, setores da gestão pública, cultural e do turismo, e conseguimos fazer com que as pessoas conseguissem entender o olhar do outro. Ao fim, tivemos várias contribuições para os próximos passos no campo da estruturação do turismo, da cadeia produtiva e dos produtos turísticos varginhenses, com destaque para o setor gastronômico”, ressaltou. Participaram o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) do Sul de Minas e do Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação de Varginha (SEHAV), André Yuki e sua diretora executiva, Ana Luísa Alves; a secretária de Turismo e Comércio de Varginha, Rosana Carvalho e os servidores Gleiber, Angélica e Cristina; o secretário de Habitação e Desenvolvimento Social, José Manoel Magalhães; os representantes da Fundação Cultural de Varginha, Ana Luiza, Danielle, Eliana e Nubia; Andreza do Aeroporto; Jack Robson da Just Coffee; Vania do Conselho de Patrimônio; Leandro e Cássio do Sicred; Rafael do Sicoob; Diógenes do Centro de Excelência do Café do Senar; Hugo, veterinário do Zoológico; Gregory, italiano e produtor de café e Zezinha da Fazenda dos Tachos.

Para André Yuki, a oficina realizada pela Fundação Cultural de Varginha, com a intermediação do especialista Platinny, foi um grande avanço para o desenvolvimento da cultura e do turismo. “Essa integração com o público e o privado é primordial para os avanços do reconhecimento do café como um atrativo turístico e cultural para o município e região, e só vem a somar com o caso do ET”, afirmou.

Ainda segundo o presidente da Abrasel Sul de Minas e SEHAV, as entidades têm trabalhado nas orientações com seus associados sobre a importância da utilização de produtos made in minas, como os cafés especiais e gourmets, entre outros produtos como queijos, vinhos, doces e cachaças, que fomentam a economia, geram empregos e divulgam o estado.

Segundo Rosana Carvalho, a jornada é de extrema importância, pois reúne pessoas de diversos segmentos da sociedade, todos unidos por um objetivo em comum: fortalecer e promover o Patrimônio Cultural e o turismo em Varginha.
“Durante a oficina, recebemos valiosos insights e contribuições provenientes de pessoas que conhecem profundamente a história e o potencial da nossa região. Suas perspectivas enriqueceram as discussões, identificando desafios e, ao mesmo tempo, delineando soluções criativas. Juntos, exploramos os caminhos para desenvolver uma Rota do Café, que não apenas celebre nosso patrimônio cultural, mas também que impulsione a economia local”, enfatizou a secretária de Turismo e Comércio de Varginha.

Para a arquiteta da Fundação Cultural de Varginha, Danielle Guimarães, a jornada trata dos itinerários e rotas do Patrimônio Cultural Mineiro. “Discutimos e propomos sobre as melhorias do turismo ligadas ao café e ao que podemos fazer para que Varginha se destaque na criação de rotas e na melhoria do turismo local, trazendo desenvolvimento para a cultura e também para o comércio. Patrimônio Cultural também gera dividendos e é o indutor do turismo, trazendo inovações, experiências e histórias”, concluiu.

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