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Adolescente é detido suspeito de participar de rede de ódio em aplicativo de mensagens

Segundo as investigações, o adolescente replicava o conteúdo criminoso com outros jovens, em grupos de redes sociais. O aplicativo, popular entre adolescentes, virou ferramenta para disseminar conteúdo violento.


ILUSTRATIVA: Jovem em frente ao computador — Foto: Sofia Mayer/g1

Um adolescente, de 15 anos, foi detido na terça-feira (28) em Belo Horizonte por suposto envolvimento em crimes de ameaças de massacre, organizadas em aplicativos de mensagens.

De acordo com as investigações, o jovem também é suspeito de armazenar conteúdo de pornografia infantil. Segundo as investigações, ele replicava o conteúdo criminoso em grupos de redes sociais.
As polícias de Minas Gerais e da Bahia ainda apuram outras práticas do mesmo grupo, que pode ter milhares de integrantes em todo o país.
"É como se fossem viciados em violência. Conseguimos identificar um desses, mas as investigações vão prosseguir tanto na Bahia como em Minas Gerais", disse o investigador Angelo Ramalho, da Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de Minas Gerais,.
Rede de ódio Os policiais fizeram buscas na casa do adolescente. O celular e o computador dele foram apreendido. Segundo os investigadores, os pais ficaram surpresos quando souberam o teor dos crimes cometidos. Eles disseram aos investigadores que o filho passava a maior parte do tempo em casa.
"O fato do seu filho estar em casa em uma sexta-feira à noite, não significa que ele estará seguro. É fundamental que os pais supervisionem, pois esses adolescentes podem estar sendo vítimas de crimes na internet, ou até mesmo sendo autor deles. Conversem com seus filhos", alertou Ramalho.
Aos policiais, o jovem negou os crimes. Ele foi detido e pode ficar em reclusão em uma unidade socioeducativa por até três anos.
A PCMG informou que o adolescente utilizava a plataforma Discord.
Em nota, a empresa informou suas políticas "proíbem expressamente o compartilhamento de conteúdo danoso" e que, assim que tem ciência de tal conteúdo, investiga e toma ação imediata, "incluindo a remoção de conteúdo, a suspensão de usuários e a remoção de servidores". A plataforma afirmou também que colabora "integralmente com as autoridades brasileiras".


FONTE:G1

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