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Agosto Dourado: campanha da SES-MG traz orientações para mães retomarem a rotina e amamentação




Considerado o “alimento de ouro”, o leite materno, por seus componentes, é capaz de nutrir e hidratar o bebê até os 6 meses e continuar contribuindo para sua alimentação a partir desta fase. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que os bebês sejam amamentados, exclusivamente com o leite materno, até os 6 meses de idade, e que a amamentação seja mantida até os 2 anos ou mais.

Desde 1992 realiza-se mundialmente a campanha Agosto Dourado, para intensificar as ações de conscientização sobre a importância do aleitamento materno. A Lei Nº 13.435/2.017 definiu agosto como o mês para simbolizar a luta pelo incentivo à amamentação. Para 2023, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) definiu o seguinte tema para a campanha deste ano: “Apoie a amamentação: faça a diferença para mães e pais que trabalham”.

Os municípios também têm promovido eventos diversos, visando aumentar a conscientização sobre o tema. Nos municípios que fazem parte da área de abrangência da Superintendência Reagional de Saúde (SRS) de Varginha, as ações de mobilização buscaram diferentes enfoques.

Em Três Corações foi realizado, no início do mês, o 2º Mamaço, no Parque Infantil Rodrigo Abdalla, sendo uma oportunidade de troca de experiências e orientações.
Já em São Thomé das Letras, a ação ocorreu no Programa de Saúde da Família (PSF) Vida Nova, que atende a moradores da área rural. A coordenadora da Atenção Primária à Saúde (APS) do município, Larissa de Souza Silva, destacou que “o evento contou com a fala de nutricionista, dentista, obstetra, enfermeira e fisioterapeuta, prestando esclarecimentos diversos para a saúde da mãe e bebê. Foram ressaltadas a pega correta, sucção, cuidados com a retirada do leite e armazenamento, especialmente para a mãe trabalhadora da área rural, que atua geralmente em horários diferenciados”.

Todas as formas de amamentar
O leite materno traz, comprovadamente, benefícios diversos para a mãe e para a criança, diminuindo o risco de doenças e alergias, além de contribuir para o desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e estreitamento de laços.
As orientações sobre preparação da mama, pega correta, higiene para a amamentação, coleta, armazenamento e oferta de modo adequado devem ser transmitidas rotineiramente durante o pré-natal, na maternidade e nos primeiros atendimentos pediátricos.

A referência técnica da Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil, da Regional de Saúde de Varginha, Andrezza Souza Lima, enfatizou que “com a orientação adequada, a amamentação não gera dor ou desconforto, pelo contrário, torna-se um momento de nutrição física e afetiva, tanto para o bebê quanto para a mãe e deve ser estimulada além dos seis meses, até quando for confortável e viável para os dois. Por isso, uma rede de apoio bem informada e consciente é fundamental. Reforçamos sempre aos nossos municípios para envolverem a participação do pai, da família e de todos aqueles que auxiliam nos cuidados com o bebê para tornar esse ato possível por mais tempo”.

A legislação confere direitos para a mulher trabalhadora na gravidez e no pós-parto, inclusive de jornada diferenciada em alguns casos, ou locais específicos para amamentação no ambiente de trabalho.

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