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Anvisa proíbe fitoterápicos irregulares e apreende medicamentos falsificados

  • 14 de abr.
  • 2 min de leitura
Anvisa proíbe fitoterápicos irregulares e apreende medicamentos falsificados
Divulgação
Anvisa proíbe fitoterápicos irregulares e determina apreensão de medicamentos falsificados.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou, nesta segunda-feira (13/04), a apreensão e a proibição de diversos medicamentos e produtos fitoterápicos comercializados de forma irregular no país. A medida inclui a suspensão da fabricação, venda, distribuição, importação, propaganda, transporte e uso dos itens.

Segundo a agência, os produtos eram anunciados e vendidos pela internet sem registro, notificação ou cadastro, além de serem produzidos por empresas desconhecidas, o que representa risco à saúde pública.

Lista de produtos irregulares
Entre os itens proibidos estão diversos produtos à base de plantas, especialmente com a substância conhecida como “canela de velho”, em diferentes combinações.

Confira alguns dos principais:
  • Canela de Velho
  • Canela de Velho com Sucupira
  • Cloreto de Magnésio P.A + Sucupira + Canela de Velho
  • Canela de Velho Natuviva e Natuvite
  • Canela de Velho Fonte Verde
  • Canela de Velho Fito Green
  • Canela de Velho Sollo Nutrition
  • Canela de Velho Essentialpure
  • Canela de Velho Maria Brasil

De acordo com a Anvisa, a comercialização desses produtos sem autorização sanitária configura irregularidade e pode oferecer riscos aos consumidores.

Medicamento adulterado
A medida também abrange o medicamento Mounjaro (lote D719674C, versão Kwikpen 15 mg), que foi identificado como adulterado. O produto estava vinculado a uma empresa sem autorização adequada.

A fabricante Eli Lilly do Brasil informou que a embalagem original é destinada a outros países, como Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Catar, e que a caneta aplicada apresenta rótulo falsificado, com dados divergentes dos registros oficiais.

Diante disso, a Anvisa proibiu o armazenamento, a comercialização e o uso do lote no Brasil.

Toxina botulínica falsificada
Outro produto atingido pela decisão foi a toxina botulínica Dysport 500 U, com os lotes P22179 e W26232. Segundo a fabricante Beaufour Ipsen Farmacêutica, foram identificadas unidades falsificadas que não correspondem aos lotes originais.

As análises apontaram diversas inconsistências nas características dos produtos, confirmando a falsificação. Assim, os itens também foram proibidos e devem ser retirados do mercado.

Alerta à população
A Anvisa reforça que consumidores devem adquirir medicamentos apenas em estabelecimentos regularizados e sempre verificar a procedência dos produtos. O uso de itens sem registro ou falsificados pode causar sérios danos à saúde.
Fonte: Anvisa

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Gazeta de Varginha

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