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Astrônomos descobrem que estrelas não morrem sozinhas como se imaginava

  • 21 de jul.
  • 1 min de leitura

Reprodução
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Um novo estudo revelou que muitas estrelas que terminaram suas vidas em explosões de supernovas provavelmente viveram em sistemas binários, ou seja, ao lado de outra estrela. A descoberta ajuda a explicar diferenças observadas entre diversos tipos de supernovas e oferece novas pistas sobre a evolução estelar.

Os pesquisadores analisaram vestígios deixados por antigas explosões estelares e identificaram evidências de que uma parcela significativa dessas estrelas interagiu com uma companheira antes de explodir. Essa interação pode envolver a troca de matéria entre as estrelas, alterando sua massa, temperatura e trajetória evolutiva até o momento da explosão.

Durante muitos anos, acreditava-se que grande parte das supernovas era resultado da evolução isolada de estrelas muito massivas. No entanto, os novos resultados indicam que a presença de uma estrela companheira pode ser um fator muito mais comum e importante nesse processo do que se imaginava.

Além de ampliar o conhecimento sobre o ciclo de vida das estrelas, a pesquisa pode contribuir para melhorar os modelos utilizados pelos astrônomos para compreender a formação de estrelas de nêutrons, buracos negros e a distribuição de elementos químicos pelo Universo após as explosões de supernovas.

Os cientistas afirmam que novas observações com telescópios de alta precisão poderão confirmar a frequência com que sistemas binários dão origem a supernovas, aprofundando a compreensão sobre um dos fenômenos mais energéticos e importantes do Universo.
Fonte: G1

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Gazeta de Varginha

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