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Aumentam em 1.094% os Atendimentos Psicológicos para Dependentes de Jogos de Azar nos CAPS e APS


Em seis anos, o número de atendimentos psicológicos realizados para pessoas com dependência em jogos de azar nos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) e na APS (Atenção Primária à Saúde) saltou de 108 para 1.290, segundo dados do Ministério da Saúde que consideram o período entre 2018 e 2023. O índice representa um aumento de 1.094% nos atendimentos, que somados chegam a 2.780 registros, com uma média de 463 acompanhamentos anuais.
Jogos de azar são considerados uma forma de exploração financeira e proibidos no Brasil desde 1946. Apesar da ilegalidade, alguns jogos online vêm se tornando populares nas redes sociais. É o caso do “jogo do tigrinho”, que não tem regulamentação ou permissão para atuar no país. Devido à falta de regras, apostadores ficam vulneráveis a prejuízos e, na maioria das vezes, perdem altas quantias.
Segundo o Ministério da Saúde, nos atendimentos realizados na APS e nos CAPS, o usuário “recebe assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme a situação de cada pessoa”. Em situações mais complexas, também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo.
Em uma plataforma de reclamação, apostadores relatam perdas e não cumprimento do pagamento de supostos ganhos no jogo do tigrinho. Em uma das publicações, um jogador afirma ter perdido R$ 70 ao ter “se empolgado” com o jogo. Segundo o relato, a pessoa chegou a acumular quase R$ 1 mil nos jogos; entretanto, a plataforma cobrava o pagamento de uma quantia para o prêmio ser liberado. Apesar de ter pagado o valor estipulado, o jogador afirma que o prêmio nunca foi pago. Fonte: R7

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