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Bandeiras de Israel na praia de Copacabana lembram um mês da guerra no Oriente Médio


Reprodução

Ontem a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, amanheceu com bandeiras de Israel, como uma manifestação pacífica em defesa e memória das vítimas em Israel, principalmente as crianças sequestradas pelo grupo terrorista Hamas.
A iniciativa, que foi organizada pela ONG Rio de Paz espalhou 1.400 bandeiras de Israel na praia, assim como fotos de crianças que ainda estão raptadas. Além disso, também foi instalada uma faixa com a frase: “Em memória das vítimas do terrorismo em Israel”. O ato ocorreu em frente ao hotel Copacabana Palace.
Segundo Antonio Carlos Costa, fundador da ONG Rio de Paz, o protesto pacífico tem como objetivo “expressar solidariedade sincera aos familiares das vítimas do atentado terrorista, condenar o terrorismo e pedir a soltura imediata dos reféns sequestrados”.
Outra ação foi realizada pela ONG na última sexta-feira (3), também em defesa das crianças mortas, ou sequestradas durante o ataque. Na ocasião, 120 mortalhas com rosas e bandeiras da Palestina foram instaladas na areia da praia junto dos nomes de cada uma dessas crianças.
“Esse é o lado mais hediondo de uma guerra na qual, em nome do direito de autodefesa, são mortos inocentes que não têm como se defender. Cabe a nós lutar por eles, tal como fazemos nas favelas do Rio de Janeiro”, afirma o fundador da organização.
Sobre o protesto realizado no dia de hoje Antonio Carlos entende que “não protestar contra o atentado terrorista do Hamas significa perda de legitimidade para protestar contra qualquer outra violação de direito”.

Crianças em Gaza estão em situação catastrófica
De acordo com a UNICEF, em texto publicado na última segunda-feira (6), milhares de crianças foram mortas e outras milhares feridas em Gaza, em decorrência do conflito com Israel. Muitas delas se encontram sem acesso à água e alimentos. Conforme a publicação “em todas as guerras, são as crianças que sofrem primeiro e que mais sofrem”.
Segundo dados da ONG Save the Children (salve as crianças, em português), até o momento 3.826 crianças foram mortas em três semanas de conflito. Número que ultrapassa a média anual de crianças mortas nas zonas de conflito do mundo desde 2019.
Fonte: CNN

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