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Brinquedos produzidos por detentos são doados para crianças de diversas regiões de MG


Sejusp / Divulgação


Uma iniciativa da Polícia Penal de Minas Gerais tem arrancado sorrisos e enchido os corações de esperança de inúmeras crianças. Detentos do sistema prisional mineiro, inseridos no projeto Fábrica da Alegria, estão produzindo brinquedos a partir de madeira, linhas de crochê e tecidos. Todos os itens fabricados são destinados à doação.

Em 2022, os detentos fabricaram um total de 8.645 brinquedos e somente no primeiro semestre deste ano já foram produzidos 6.670 itens. Toda a produção acontece em sete fábricas instaladas no interior de unidades prisionais do Estado, onde 63 custodiados trabalham para fabricar sonhos e levar alegria para a criançada. Os itens variam de carrinhos e jogos de encaixe a maquetes de pista, quebra-cabeças, amigurumis e casinhas de boneca. Além disso, são produzidos objetos lúdicos e outros brinquedos pedagógicos para distribuição em escolas, creches, brinquedotecas instaladas nos Núcleos de Assistência à Família (NAF) e de entidades assistenciais que atendem crianças em situação de vulnerabilidade social.

Segundo o diretor de Trabalho e Produção do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG), Paulo Duarte, o projeto Fábrica da Alegria é uma das ações de ressocialização por meio do trabalho mais eficazes no sistema prisional. “Esse projeto, além da remição de pena e ressocialização dos internos, conta com um viés social de transformar itens que seriam descartados em brinquedos lúdicos e pedagógicos. Dessa forma, a Polícia Penal cumpre o seu papel central de ressocializar, custodiar e fomentar o trabalho para garantir a segurança e o bem-estar da população”, afirma o diretor.

As fábricas estão localizadas no Presídio de Lavras, Penitenciária Dênio Moreira de Carvalho (Ipaba), Presídio de São Joaquim de Bicas II, Penitenciária Agostinho de Oliveira Junior (Unaí), Penitenciária de Três Corações, Presídio de Coronel Fabriciano e na Penitenciária Nelson Hungria (Contagem).

“Essa ação é muito importante e gratificante para nós presos, pois além de fazer a alegria das crianças, temos a oportunidade de nos profissionalizar, ressocializar e trabalhar em favor da sociedade, fazendo o bem”, afirma o reeducando Denis Alves da Silva, recluso no Presídio de Lavras, no Sul de Minas.

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