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Cidade de São Paulo tem aumento de 300% nos casos de dengue no mês de janeiro

A cidade de São Paulo já registrou 1.792 casos de dengue nas três primeiras semanas de 2024, número quatro vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. O dado representa um aumento de mais de 300% se comparado aos 443 casos confirmados nesta mesma época em 2023.
Conforme os dados divulgados na segunda-feira (29) pela prefeitura, nenhuma morte pela doença foi confirmada na capital este ano. O número de casos de dengue registrados no início de 2024 é o maior dos últimos 10 anos.
Para combater a doença, a Prefeitura de São Paulo afirmou que aumentou o número de agentes nas ruas, passando de 2 mil para 12 mil, adquiriu 15 mil litros de inseticidas para a nebulização contra o mosquito Aedes aegypti, ampliou a frota de veículos para transporte dos agentes com 113 minivans, comprou 30 novos equipamentos de nebulização veicular, abriu concurso para a contratação de 703 servidores para a Rede Municipal de Vigilância em Saúde e comprou e distribuiu 20 mil armadilhas de autodisseminação de larvicida em todas as regiões da cidade com histórico da doença.
“Neste ano, já foram realizadas 256.127 mil ações de prevenção ao Aedes aegypti e, em 2023, foram 5.317.437 ações, tais como: visitas casa a casa, vistorias a imóveis e pontos estratégicos, ações de bloqueios de criadouros e nebulizações, orientações à população, entre outras atividades”, afirma em nota a Secretaria Municipal de Saúde da capital.
A vacina contra a dengue, que deve começar a ser aplicada em fevereiro pelo Sistema Único de Saúde (SUS), chegará somente a onze cidades do estado de São Paulo, e a capital não foi incluída na lista.
Segundo o Ministério da Saúde, três critérios foram utilizados para a escolha dos municípios:
Cidades de grande porte, ou seja, com mais de 100 mil habitantes;
Regiões onde houve uma alta transmissão de dengue nos últimos tempos;
Locais com maior predominância do sorotipo DENV-2, um dos quatro sorotipos de vírus da dengue.
Crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos são o público-alvo, visto que essa é a faixa etária que mais concentrou casos de hospitalização em decorrência da doença nos últimos quatro anos.
Ainda não há previsão para a distribuição da vacina. A Ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou à CNN que as doses podem ser enviadas aos estados em fevereiro.
Fonte: CNN

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