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Coluna Fatos e Versões com Rodrigo Silva Fernandes - 21/02/2024




Hospital Bom Pastor inaugura acelerador nuclear no tratamento de câncer
Nesta semana em Varginha o Centro Oncológico do Hospital Municipal Bom Pastor inaugurou a instalação de um moderno acelerador nuclear que vai atender pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A conquista vai garantir mais rapidez e eficiência no tratamento do câncer a mais de 60 municípios que têm em Varginha a referência para tratamento do câncer. O acelerador nuclear instalado em Varginha é semelhante aos equipamentos instalados no Hospital Albert Einstein/SP, um dos mais modernos do Brasil. O equipamento foi comprado em dólares americanos de empresa fabricante fora do Brasil, com recursos federais, ainda na gestão do ex-presidente Bolsonaro. Os recursos foram viabilizados pelo senador Rodrigo Pacheco, com apoio dos deputados Diego Andrade e Dimas Fabiano. A Prefeitura de Varginha gastou quase um milhão de reais para fazer as adaptações da estrutura e de instalação do equipamento no Centro de Tratamento do Câncer do Hospital Bom Pastor. Com a entrada em funcionamento, o acelerador nuclear vai garantir mais recursos federais para Varginha, tendo em vista que o tratamento do câncer é um dos mais caros pagos pela tabela do SUS. Sem dúvida a conquista é importante e mostra a liderança de Varginha neste setor específico da saúde (tratamento do câncer), mas a vitória não tem um “único pai”. Ou seja, politicamente, o mérito precisa ser dado ao ex-presidente Bolsonaro, ao senador Rodrigo Pacheco (e seu antigo assessor e agora ministro Alexandre Silveira), aos deputados federais Diego Andrade e Dimas Fabiano e pôr fim ao prefeito Vérdi Melo. Os demais que tentarem se “apropriarem do mérito, o fazem por oportunismo”.
  
Recursos da Lei Paulo Gustavo:
governo municipal não entrega recursos, mas não está atrasado na entrega
Tem artista que não precisa e recebe muito, tem quem nem é produtor cultural e já recebeu. Sem falar que uma parte dos recursos públicos distribuídos são oriundos do caixa único dos impostos federais que é distribuído pelo atual governo petista sem critérios claros! Talvez por problemas assim existam muitos do povo e dos governos municipais contrários à distribuição. Mas a realidade, que precisa ser dita e compreendida, é que parte significativa dos recursos são oriundos do próprio setor, que possui fundo cultural. Ou seja, quando compramos um ingresso de cinema, show ou pagamos uma conta de telecomunicação (celular, por exemplo), parte do dinheiro vai para um fundo de financiamento do setor cultural/audiovisual. Poucas pessoas sabem disso!
E também poucas pessoas do setor que realmente precisam dos recursos são justamente beneficiadas pelo dinheiro. Talvez a epopeia do setor cultural, (repleto de ativistas políticos) seja primeiro promover a boa distribuição dos bilhões em recursos próprios gerados, sem precisar de dinheiro público, e aí depois convencer sociedade e prefeituras de que os recursos (em tese) tem boa finalidade, como de fato tem! Daí os produtores culturais que realmente precisam do recurso não precisavam lamentar quando foram alvo de perseguições políticas.

Curiosidades da Área Azul
O Governo municipal teve a coragem e desafio de fazer a privatização da Área Azul, entregando a gestão das vagas de estacionamento a uma empresa privada. O processo licitatório não foi fácil e muitas são as desconfianças sobre a operação e eficiência da gestão pela empresa selecionada. Não se tem notícias de elogios ou melhora significativa na gestão, mas críticas e suspeitas rondam por aí. Primeiro porque, segundo o edital de concessão, caberia à empresa gestora da Área Azul em Varginha repassar quase 50% do valor arrecadado para o governo municipal. Contudo, não se tem notícia de como é realizada a fiscalização ou contabilidade do que “foi arrecadado”! Será que a empresa está prestando contas de forma correta? Vejamos, quanto já foi repassado para a Prefeitura de Varginha nos primeiros meses de funcionamento do novo sistema de gerenciamento da Área Azul? Não se tem notícia disso! E quanto a empresa arrecadadora, existiriam mais de um CNPJ da mesma empresa ou grupo econômico? A contabilização dos recursos que entram seria condicionada a emissão de nota fiscal? Ou quem estaciona e simplesmente paga por meio de um ticket eletrônico ou recibo tem seu recurso computado para fins de repasse para a Prefeitura de Varginha? A quem cabe fiscalizar os números e valores repassados para a Prefeitura de Varginha pela empresa que administra o sistema da Área Azul? A Prefeitura de Varginha pode estar recebendo menos do que deveria e não tem conhecimento disso?

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