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Em bombardeio a Gaza, Israel diz ter matado líder militar radical e fundadora do braço feminino do H



O exército israelense disse, na quinta-feira (19), ter matado o chefe da ala militar de um grupo palestino, mais de 10 integrantes do Hamas e a fundadora do braço feminino do grupo islâmico em Gaza.

“Durante os combates, vários agentes pertencentes à força Najaba do Hamas, que liderou o ataque brutal aos assentamentos ao redor de Gaza, foram eliminados – e mais de dez terroristas foram eliminados num ataque direcionado por aviões de combate”, escreveu Daniel Hagari, porta-voz das FDI, em suas redes sociais.
“Aviões de guerra das FDI, guiados por informações de inteligência do Shin Bet, mataram o chefe da ala militar da organização terrorista ‘Comitês de Resistência Popular’ em Rafah, Rafat Harev Hossein Abu Halal.”

Jamila Abdullah Taha al-Shanti, membro do Conselho Legislativo palestino e fundadora do braço feminino do Hamas, morreu em um bombardeamento na Faixa de Gaza, conforme informou a CNN Portugal.

“O Conselho Legislativo lamenta a morte da deputada Jamila al-Shanti, morta hoje de madrugada durante os bombardeamentos na Faixa de Gaza”, diz um comunicado compartilhado pelo jornal palestino “Filastin”, ligado ao grupo armado.
Segundo o porta-voz das Forças de Defesa de Israel, Daniel Hagari, as tropas continuam a atacar “o tempo todo em toda a Faixa de Gaza” e destruíram centenas de infraestruturas do grupo radical islâmico, como locais de lançamentos de mísseis antitanque, poços de túnel, áreas de inteligências e quartéis-generais.

A agência de notícias palestina Wafa reportou que pelo menos 30 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em ataques aéreos israelenses na manhã desta quinta em Rafah, no sul do território.
Fonte: CNN

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