top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Fachin e Moraes divergem sobre revista íntima e julgamento é suspenso

  • gazetadevarginhasi
  • 8 de fev. de 2025
  • 1 min de leitura
Reprodução
Reprodução
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin e Alexandre de Moraes voltaram a divergir sobre a legalidade da revista íntima em penitenciárias. Fachin, relator da ação que questiona a prática, considera que a revista íntima é inconstitucional por violar a dignidade humana, enquanto Moraes argumenta que proibir a prática pode causar tumultos nas prisões e impedir visitas, o que geraria rebeliões.


O julgamento, que se arrasta desde 2020, foi retomado nesta quinta-feira (6) após cinco interrupções, sendo quatro por pedidos de vista e uma por um destaque de Moraes. A revista íntima, realizada em visitantes de presídios para verificar se trazem materiais ilícitos, é alvo de controvérsia por envolver a dignidade das pessoas.


Para Moraes, a proibição dessa prática poderia gerar caos nas penitenciárias, especialmente pela falta de equipamentos como scanners. Já Fachin defende que não se deve permitir o desnudamento dos visitantes, e que qualquer prova obtida dessa forma seja considerada ilícita.


Até o momento, o voto de Fachin tem maioria no plenário virtual, mas o julgamento foi suspenso e será retomado na próxima quarta-feira (12). O caso, que tem repercussão geral, se originou de um recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS), que contestou uma decisão do Tribunal de Justiça do estado sobre a legalidade de provas obtidas com a revista íntima.

Fonte:O Tempo.

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page