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Família de menino que precisa de remédio milionário em MG tem seis meses para arrecadar mais R$ 7 milhões: 'Corrida contra o tempo'


Foto: Reprodução EPTV


A família do menino Enrico, de 5 anos, de Varginha, que sofre de Distrofia Muscular de Duchenne e precisa de um medicamento avaliado em R$ 15 milhões, já conseguiu arrecadar mais da metade do que precisa. No entanto, o tempo é curto e a família, que já arrecadou R$ 8,5 milhões, ainda precisa conseguir mais R$ 6,7 milhões nos próximos seis meses.

O motivo é que o medicamento que ele precisa só existe nos Estados Unidos, ainda em fase experimental, e só pode ser aplicado até a criança atingir 6 anos de idade. Para conseguir o dinheiro, a família de Varginha (MG) recorreu às redes sociais para pedir ajuda e já foi vítima até de golpe de estelionatários qaue tentaram se aproveitar da campanha. Famosos se juntaram à campanha para tentar ajudar a família, que já teve um pedido da Justiça negado para que a União arcasse com o medicamento. Enquanto a família tenta conseguir o dinheiro, a luta é uma corrida contra o tempo. "É uma corrida contra o tempo, cada dia que passa ele tem uma piora motora e a gente tem a certeza que num prazo de seis meses a gente vai conseguir essa medicação", disse o pai do Enrico, Erick Cavalcanti.

"Hoje nós chegamos a R$ 8,3 milhões com a ajuda de todos os anjos do Enrico, a gente sempre fala que são os anjos que estão nos ajudando. A gente se sente muito abraçado. Muitos artistas estão nos apoiando, a cidade também, Varginha, São Paulo e é um carinho enorme, que nos dá força e esperança para continuar", completou a mãe, Marina Mesquita Geraldeli Carvalho. O medicamento que o menino precisa só existe nos Estados Unidos, ainda está em fase de experimentos. Ele ainda não é aprovado pela Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo o médico que acompanha a família, a criança precisa tomar a medicação até completar 6 anos. "Hoje os estudos com essa medicação comprovam que até 6 anos o resultado é melhor e também da questão da evolução da doença.
Fonte: G1

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