Forças de segurança cumprem dezenas de mandados após morte de sargento em Campo Belo
12 de mar.
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Divulgação
Operação Legado prende 14 investigados e cumpre 69 mandados em cidades do Sul de Minas.
Uma grande mobilização das forças de segurança pública resultou na prisão de 14 investigados e no cumprimento de 69 mandados de busca e apreensão durante a Operação Legado, deflagrada na quarta-feira (11) em Campo Belo e em municípios da região Sul de Minas.
A ação foi coordenada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) com apoio da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), da Polícia Penal de Minas Gerais (PPMG) e da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp).
Ao todo, foram expedidos 18 mandados de prisão pela Justiça. Destes, 11 resultaram em prisões diretas, enquanto três suspeitos foram presos em flagrante durante a operação pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e porte ilegal de arma de fogo.
Investigação após morte de sargento
As investigações foram intensificadas após o homicídio de um sargento da Polícia Militar, ocorrido em Campo Belo, caso que gerou forte comoção na cidade e motivou o reforço da atuação integrada das forças de segurança. Desde então, equipes policiais passaram a reunir informações e realizar levantamentos para identificar e responsabilizar envolvidos em atividades criminosas na região.
A chefe-adjunta da PCMG, Rita Januzzi, destacou que a ofensiva faz parte de um conjunto de ações estratégicas voltadas ao combate qualificado da criminalidade.
“Reforçamos que o trabalho investigativo e operacional prosseguirá até que todos os envolvidos no crime contra o policial militar sejam identificados e levados à Justiça”, afirmou a delegada-geral.
Grande aparato policial
A operação mobilizou 492 agentes das forças de segurança, com o emprego de 117 viaturas e duas aeronaves.
Somente pela Polícia Civil participaram 253 policiais civis, com 57 viaturas e uma aeronave, além do apoio de equipes especializadas da Coordenadoria de Operações Estratégicas (COE) e do Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Os suspeitos presos foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.
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