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Fugitivos de Mossoró invadem galpão e agridem agricultor

Os dois presos que fugiram da penitenciária federal de Mossoró invadiram um galpão na madrugada de domingo (3) e agrediram um agricultor que estava no local dormindo.
Segundo investigadores, eles chegaram ao local, na zona rural de Baraúna (RN), e um deles segurou o pescoço da vítima e perguntou se ele tinha arma e celular.
A agressão teria acontecido após o homem dizer que não tinha um celular. Os detentos, então, fugiram levando três pacotes de bolacha, uma carne de lata, dois pacotes de bolo e água gelada, de acordo com relatos de policiais.
Os presos que escaparam da penitenciária de Mossoró, a primeira fuga do sistema federal, são Rogério da Silva Mendonça, 36, conhecido como Martelo, e Deibson Cabral Nascimento, 34, chamado de Tatu ou Deisinho.
Segundo as investigações, ambos são ligados à facção criminosa Comando Vermelho.

Proximidades de Mossoró
Agentes responsáveis pelas buscas dizem acreditar que os fugitivos ainda estejam na zona rural de Baraúna, última cidade do Rio Grande do Norte antes da divisa com o Ceará. A cidade tem cerca de 26 mil habitantes e fica a 37 quilômetros de Mossoró.
A região é cheia de propriedades rurais com produção de fruticultura irrigada, como melão, melancia, banana, mamão e cebola. Policiais dizem que isso tem ajudado os detentos a se alimentar.
Duas funcionárias de uma fazenda com produção de banana e cebola teriam visto os dois fugitivos numa área conhecida como Vila Nova 2, na quinta-feira (29). Após a denúncia, a polícia fez uma operação para tentar capturar os fugitivos, mas não os encontrou.
O local é próximo de onde os detentos teriam tentado invadir uma casa no dia 25 de fevereiro.

Buscas
Cerca de 600 policiais estão envolvidos nas operações, incluindo cem integrantes da Força Nacional. Helicópteros e drones são usados nas buscas, que completam 18 dias neste domingo. Seis pessoas já foram presas.
A fuga ocorreu na madrugada do dia 14 deste mês e expôs o governo de Lula (PT) a uma crise justamente em um tema explorado por adversários políticos, a segurança pública.
A recompensa para quem der informações que ajudem a prender os fugitivos é de R$ 15 mil por detento.
Fonte: O Tempo

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