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Golpe das chopeiras faz milhares de vítimas e vira alvo de operação policial

  • 19 de mar.
  • 2 min de leitura
Golpe das chopeiras faz milhares de vítimas e vira alvo de operação policial
Divulgação
MPMG deflagra operação contra golpes na venda de chopeiras pela internet.

O Ministerio Publico de Minas Gerais deflagrou, na manhã desta quinta-feira (19/03), a Operação Triângulo dos Barris, com o objetivo de desarticular um esquema interestadual de estelionato digital envolvendo a venda fraudulenta de chopeiras e barris de chope pela internet.

A ação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate aos Crimes Cibernéticos (Gaeciber), com apoio da Policia Militar de Minas Gerais, da Policia Civil de Minas Gerais, além de órgãos de outros estados, como o Ministério Público de Mato Grosso e o Ministério Público de São Paulo.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em quatro endereços ligados a dois suspeitos, nas cidades de Sao Paulo e Sorriso. Entre os materiais apreendidos estão celulares, notebook, tablet e documentos, que passarão por perícia para aprofundar as investigações e rastrear o dinheiro desviado.

Um dos investigados foi preso em flagrante após ser abordado com pepitas e uma aliança de ouro sem autorização legal, configurando crime de usurpação de matéria-prima da União.

As investigações apontam que os suspeitos utilizavam redes sociais, como Instagram e Facebook, para anunciar produtos a preços atrativos, simulando vendas por meio do modelo conhecido como “dropshipping”. No entanto, segundo o MPMG, o fornecedor era inexistente, os produtos nunca eram entregues e os valores pagos pelas vítimas desapareciam.

O nome da operação faz referência à triangulação fictícia criada pelos golpistas — consumidor, vendedor e um suposto fornecedor — além dos três estados envolvidos nas fraudes: Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso.

De acordo com o Ministério Público, a empresa investigada acumulou cerca de 50 mil reclamações em plataformas especializadas ao longo de aproximadamente três anos. Somente em Minas Gerais, foram registrados ao menos 61 boletins de ocorrência relacionados ao caso.

O MPMG orienta que novas vítimas procurem a Ouvidoria do órgão, apresentando documentos como comprovantes de pagamento, boletim de ocorrência e identificação pessoal.
Fonte: MPMG

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Gazeta de Varginha

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