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Governo de Minas lança edital de R$ 660 mil para modernizar cozinhas comunitárias e garantir segurança alimentar

As ações têm beneficiado mais de 9 mil famílias



O Governo de Minas tem incentivado a modernização de cozinhas comunitárias e bancos de alimentos como estratégia para assegurar a segurança alimentar e nutricional dos mineiros. Essas iniciativas têm beneficiado mais de 9 mil famílias em diversas regiões do Estado.

Nos últimos dois anos, foram investidos R$ 820 mil nesses projetos, e a previsão é que esse valor alcance R$ 1,4 milhão até o final de 2024. Esses espaços públicos municipais são fundamentais para combater o desperdício e proporcionar acesso a uma alimentação saudável e de qualidade para pessoas em situação de vulnerabilidade social, seja por meio da distribuição de alimentos ou da oferta de refeições prontas.

Um exemplo é Ednalva Barbosa Silva, moradora de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, que encontra na cozinha comunitária local uma fonte de alimentação acessível e nutritiva. "Você não precisa se preocupar com o almoço. Venho aqui e já pego a marmita pronta, o que nos ajuda muito no dia a dia. Houve momentos em que não tínhamos dinheiro para comprar comida. Com as marmitas, não vamos passar necessidade", relata.

Para modernizar essas cozinhas, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais (Sedese-MG) já investiu R$ 660 mil em dez cozinhas que fornecem, em média, 5 mil refeições por semana nos municípios de Contagem, Muriaé, Coronel Fabriciano e Planura.

Visando expandir esse investimento, a Sedese lançou um novo edital na última sexta-feira (3/5), destinando mais R$ 600 mil para a modernização das cozinhas comunitárias, com foco no aumento da capacidade de atendimento das pessoas em situação de vulnerabilidade.

"Essa é uma política prioritária, pois atende pessoas em situação de vulnerabilidade. O Governo de Minas incentiva os municípios, garantindo a qualidade e continuidade do atendimento", destaca a secretária de Estado da Sedese, Elizabeth Jucá.

FONTE: O Tempo

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