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Investigados por estupro coletivo em Copacabana se tornam réus; um se entrega e quatro continuam foragidos

  • há 5 dias
  • 2 min de leitura
Reprodução
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A Justiça do Rio de Janeiro aceitou nesta terça-feira, 3 de março de 2026, a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) que transformou em réus por estupro coletivo qualificado quatro investigados acusados de cometer um crime sexual contra uma adolescente de 17 anos em um apartamento localizado em Copacabana, na Zona Sul da capital fluminense. Todos também respondem por cárcere privado, conforme informado em documentos judiciais e apurações policiais.

Na manhã desta terça-feira, Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19 anos, se apresentou acompanhado de sua defesa na 12ª Delegacia de Polícia de Copacabana, onde o caso é investigado, e passou a responder formalmente às acusações.

Até a última atualização, os outros três investigados ainda não haviam sido localizados e são procurados pela polícia. Eles são: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos; João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos; e Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos.

Além dos quatro maiores de idade que passaram a responder como réus no processo penal, há também um adolescente alvo de investigação por ato infracional análogo ao mesmo crime. Como se trata de menor de idade, o procedimento dele corre separado na Vara da Infância e da Juventude, e até o momento não havia decisão de apreensão formalizada.

O inquérito policial, conduzido pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, concluiu que a vítima foi atraída ao apartamento por um conhecido menor, que a convidou sob a promessa de socialização. Uma vez no local, a adolescente foi levada a um quarto onde, segundo os autos, outros investigados teriam obrigado a manter relações sexuais mediante violência física e psicológica, contrariando a sua vontade.

Pedidos de habeas corpus apresentados anteriormente por alguns dos investigados junto ao tribunal foram negados pela Justiça, que manteve as medidas cautelares e a conversão em réus após a aceitação da denúncia, conforme despacho do desembargador Luiz Noronha Dantas, da 6ª Câmara Criminal.

As diligências seguem em curso para localizar os demais foragidos e garantir o cumprimento das ordens de prisão, ao passo que o processo criminal corre em segredo de Justiça, preservando a identidade da vítima e detalhes sensíveis do caso.

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Gazeta de Varginha

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