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Israel e EUA atacam prédio da Assembleia de Especialistas do Irã que estava escolhendo novo líder supremo

  • 3 de mar.
  • 2 min de leitura
Reprodução
Reprodução

Forças militares de Israel e dos Estados Unidos realizaram, nesta terça-feira, 3 de março de 2026, ataques aéreos que atingiram o prédio da Assembleia de Especialistas em Qom, no Irã, organismo responsável por eleger o novo líder supremo daquele país em meio à escalada de conflitos na região. A ação ocorreu no mesmo dia em que essa assembleia estava reunida para conduzir o processo de sucessão política, em meio à guerra em curso entre Irã, EUA e Israel.

Segundo relatos de autoridades de defesa israelenses citados em reportagens internacionais, a Força Aérea de Israel atacou o edifício onde os 88 membros da Assembleia de Especialistas estavam reunidos ou no processo de contar votos para nomear o sucessor do ex-líder supremo aiatolá Ali Khamenei, morto em ataques conjuntos de Israel e EUA dias antes. Os militares teriam dito que o objetivo da operação era impedir a nomeação de um novo líder supremo para o Irã.

Imagens divulgadas por mídias estatais iranianas mostram o edifício severamente danificado após os ataques, com colunas de fumaça saindo do local, e fontes locais descreveram o bombardeio como tendo reduzido a estrutura a escombros. No entanto, não há informações confirmadas sobre o número de clérigos presentes no momento do ataque nem sobre vítimas fatais ou feridos no incidente.

O ataque ao edifício da Assembleia de Especialistas — que possui poderes constitucionais para eleger o líder supremo — representa uma significativa escalada militar no conflito entre as forças dos países ocidentais e o Irã, refletindo a crescente tensão geopolítica no Oriente Médio. Observadores internacionais destacam que o episódio marca uma das fases mais intensas da guerra em curso, em que ofensivas aéreas e ataques estratégicos ocorrem em múltiplas localidades dentro do território iraniano.

O processo constitucional de sucessão no Irã havia sido iniciado após a morte de Ali Khamenei, e antes da ofensiva militar era esperado que o novo líder fosse escolhido em poucos dias por meio da Assembleia de Especialistas, conforme previsto na legislação interna do país.

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Gazeta de Varginha

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