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Japão surge como adversário perigoso para o Brasil na segunda fase da Copa do Mundo

  • 26 de jun.
  • 2 min de leitura
Reprodução
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O adversário do Brasil na segunda fase da Copa do Mundo de 2026 está definido. A equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrentará a seleção do Japão na próxima segunda-feira (29), em confronto que vale vaga nas oitavas de final do torneio.

Entre os possíveis rivais que poderiam cruzar o caminho brasileiro neste estágio da competição, os japoneses aparecem como a equipe de menor tradição em Copas do Mundo. Ainda assim, a avaliação é de que a partida está longe de representar um compromisso simples para a Seleção Brasileira.

Mesmo sem reunir a quantidade de estrelas presente em outras seleções tradicionais do futebol mundial, o Japão construiu sua competitividade a partir de um jogo coletivo bastante consolidado. A equipe se destaca pela organização tática, disciplina defensiva e intensidade durante toda a partida, características que frequentemente compensam a ausência de nomes mais midiáticos no elenco.

A campanha japonesa na fase de grupos reforçou essa impressão. A seleção empatou com a Holanda por 2 a 2, goleou a Tunísia por 4 a 0 e encerrou a participação inicial com empate diante da Suécia, resultados que garantiram a classificação ao mata-mata.

Outro elemento que chama atenção é o histórico recente envolvendo Ancelotti. Desde que assumiu o comando da Seleção Brasileira, o treinador italiano sofreu apenas três derrotas, uma delas justamente diante do Japão, em amistoso preparatório para o Mundial. As outras ocorreram contra a Bolívia, pelas Eliminatórias, e diante da França em outro amistoso antes da Copa.

No elenco japonês, o principal nome apontado como referência técnica é Takefusa Kubo. Revelado nas categorias de base do Real Madrid, o meia se consolidou como um dos principais jogadores do futebol japonês e chega ao confronto como uma das maiores ameaças ao sistema defensivo brasileiro.

Além dos destaques individuais, os japoneses têm chamado atenção pela eficiência coletiva, pela intensidade na marcação e pela capacidade de pressionar os adversários logo após a perda da posse de bola. O equilíbrio entre defesa e ataque tem sido um dos principais trunfos da equipe ao longo do torneio.

Brasil e Japão entram em campo na segunda-feira (29), às 14h, em duelo eliminatório que definirá quem seguirá vivo na busca pelo título mundial de 2026.

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Gazeta de Varginha

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