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Lula critica previsões da OCDE para economia brasileira e diz que vai 'provar que erraram'

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou na terça-feira (19) previsões feitas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para a economia brasileira, e disse que, no fim do ano que vem, vai convidar a entidade para "provar que erraram".
"Eu quero até aproveitar esta gravação aqui que para dizer pro pessoal da OCDE que, quando chegar o final no ano que vem, eu vou convidar vocês para tomar café para provar que vocês erraram com relação à previsão que vocês têm do Brasil. 'Ah, porque o Brasil vai crescer pouco porque não sei das quantas, vai crescer pouco'. Sabe, como é que vocês dão palpite se vocês não sabem?", disse.
A declaração foi durante o programa "Conversa com o Presidente", live semanal transmitida pelas redes sociais e pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Lula comentava um relatório da OCDE divulgado na segunda-feira (18). O documento aponta que, mesmo com o novo arcabouço fiscal e a reforma tributária, a dívida pública brasileira continuará a crescer nos próximos anos, podendo atingir 90% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2047.
O presidente disse ter ficado "muito irritado" com "a OCDE "fazendo julgamento da economia brasileira". Lula também afirmou estar "otimista" com as perspectivas para crescimento econômico em 2024.
Relatório da OCDE
A OCDE é um grupo formado principalmente por nações mais desenvolvidas, criado para estimular o progresso econômico e o comércio mundial. No relatório divulgado na segunda, a entidade recomenda novas reformas para que o Brasil possa enfrentar a situação.
Entre as medidas propostas, estão:
Redução de barreiras ao empreendedorismo e à concorrência reduzindo, por exemplo, encargos administrativos e simplificando requisitos de licenciamento.
Uma maior abertura comercial, por meio da redução de tarifas, que permitiria uma integração global mais forte.
Medidas para fortalecer a governança das instituições e reduzir a corrupção.
Aumentar permanentemente o investimento público em 2 pontos percentuais do PIB.
"Um pacote mais ambicioso de reformas estruturais impulsionaria o crescimento potencial e conduziria a uma diminuição da relação dívida/PIB", diz o relatório da OCDE.
Fonte: G1

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