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Maduro retira convite para observadores da União Europeia nas eleições presidenciais da Venezuela

 Venezuela cancelou o convite para que a União Europeia enviasse observadores internacionais para as eleições presidenciais previstas para o dia 28 de julho. O chefe do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Elvis Amoroso, anunciou a decisão nesta terça-feira (28). O conselho, que é controlado pelo presidente Nicolás Maduro, justificou a revogação alegando que os europeus não merecem estar no país enquanto mantêm sanções econômicas contra a Venezuela. Amoroso classificou as sanções como "colonialistas, coercitivas, unilaterais e genocidas".
A Assembleia Nacional, também dominada pelo regime chavista, foi a responsável pelo pedido de cancelamento do convite aos observadores europeus. Em resposta, o escritório da União Europeia em Caracas expressou seu pesar pela decisão e solicitou que o Conselho Eleitoral reconsiderasse a posição.
Este ano, a oposição ao regime chavista decidiu participar das eleições, diferente de 2018, quando boicotaram a votação. O principal adversário de Maduro é o ex-diplomata Edmundo González Urrutia. Apesar de um acordo feito no ano passado entre o governo e a oposição, que levou os Estados Unidos a suspenderem sanções econômicas, novas sanções foram impostas em abril devido à percepção de que o governo venezuelano não estava garantindo um processo eleitoral justo.

Fonte: G1

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