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Minas usa cartazes para orientar professores em casos de violência nas escolas

O documento traz contatos de órgãos de emergência e orienta sobre como agir em casos de violência; eles serão afixados em escolas públicas e privadas


O documento será repassado às escolas da rede estadual, além das instituições municipais e privadas, em todo estado — Foto: Dirceu Aurélio / Imprensa MG
No dia 5 de abril deste ano, um homem de 25 anos invadiu uma escola em Blumenau (SC) e, armado com uma machadinha, matou quatro crianças. O crime bárbaro chocou todo o país e amplificou uma onda de ameaças de massacres que já vinham se espalhando nas redes sociais, causando pânico entre pais e alunos e levando o governo de Minas a adotar uma série de medidas. Passados oito meses, o Estado anunciou, nesta quinta-feira (7 de dezembro), um “Fluxo de Medidas para Segurança Escolar” que será distribuído às instituições de ensino para orientar sobre como agir em casos de violência. Neste intervalo de tempo, uma escola mineira de Poços de Caldas, no Sul de Minas, foi invadida em outubro por um garoto de 14 anos que matou um adolescente e deixou outros três feridos. O documento foi produzido pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) em conjunto com o Núcleo Interinstitucional de Proteção Escolar (Nipe), que é formado por membros do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Defensoria Pública (DPMG), além de sindicatos e outras entidades representativas.
Segundo a pasta, o documento fornece orientações simplificadas sobre as medidas que os gestores escolares devem adotar em situações que envolvam ameaças de violência em redes sociais, pichações com mensagens de ódio nos espaços escolares, indícios de planejamento de atos violentos, entre outras coisas.
“Criamos este fluxo, que é mais uma ação de segurança, com objetivo de facilitar o acesso às informações e condutas que devem ser adotadas. Sabemos que no momento de pânico ou de uma situação de perigo iminente, é difícil lembrar rápido dos meios de contato dos órgãos que devem ser acionados, como a Polícia Militar de Minas Gerais, a Superintendência Regional de Ensino (SRE), etc", explicou a secretária de Estado de Educação em exercício, Geniana Guimarães Faria. Como funciona
O "Fluxo de Medidas para a Segurança Escolar" inclui informações essenciais, como o número de emergência 190 da PM e outros contatos imediatos, como a seção de planejamento operacional regional (P3) da corporação por meio do aplicativo WhatsApp. Também está disponível o contato da Superintendência Regional de Ensino (SRE) responsável pela escola.
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Cartazes com as informações foram enviados para as 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs) e serão distribuídos para as escolas da rede estadual, municipal e privada em todo o estado. A peça será afixada em locais estratégicos, como salas de professores e ambientes administrativos, para garantir fácil acesso e conhecimento sobre como agir em situações críticas.
Por fim, ainda de acordo com o governo de Minas, o Estado tem investido significativamente na segurança das escolas, destinando recursos para a implementação do Sistema de Segurança, Videomonitoramento e Alarme em todas as escolas estaduais, com um investimento de cerca de R$ 48 milhões desde 2022.


FONTE: O Tempo

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