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Mulher é investigada por espalhar conteúdo íntimo sem autorização no Sul de Minas

  • 6 de jan.
  • 2 min de leitura
Mulher é investigada por espalhar conteúdo íntimo sem autorização no Sul de Minas
Divulgação
Polícia Civil apreende notebook em investigação sobre divulgação de conteúdo íntimo em Cambuquira.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta segunda-feira (5/1), um mandado de busca e apreensão contra uma mulher investigada por utilizar equipamentos eletrônicos para a divulgação de conteúdo íntimo sem autorização em redes sociais. A ação ocorreu no município de Cambuquira, no Sul de Minas.

Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais apreenderam um notebook na residência da suspeita. Conforme apurado no inquérito, o equipamento teria sido utilizado tanto para a criação de um perfil falso quanto para o envio do vídeo às plataformas digitais onde o material foi divulgado.

As investigações tiveram início após denúncia sobre o compartilhamento indevido de um vídeo com cenas de sexo entre um casal, disseminado amplamente na internet sem o consentimento das vítimas. De acordo com a apuração, a principal suspeita — funcionária de uma empresa local e prima de uma das vítimas — teria criado uma conta falsa em rede social com o objetivo de propagar o conteúdo, violando a privacidade e a honra dos envolvidos.

O computador apreendido será encaminhado para perícia técnica, que irá realizar a extração e análise dos dados armazenados, com o objetivo de confirmar a origem dos acessos e a autoria da divulgação. A investigada poderá responder por crimes previstos no Código Penal, incluindo o artigo 218-C, que trata da divulgação de cenas de sexo, nudez ou pornografia sem consentimento, além de eventuais crimes contra a honra.

A ação foi coordenada pelo delegado Cristiano Silva de Almeida, que ressaltou a relevância da operação. “O ambiente digital não é terra sem lei. Identificar e apreender os instrumentos utilizados para violar a intimidade alheia é essencial para assegurar a responsabilização criminal”, afirmou.
As investigações seguem em andamento.
Fonte: PCMG

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Gazeta de Varginha

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