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O jornalista do Twitter Files Brasil considerou a ação da AGU uma "vergonha nacional"

Foto: X/Divulgação - X/Divulgação
O Jornalista, expressando sua indignação com o pedido de investigação feito pelo órgão jurídico do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Michael Shellenberger, o jornalista norte-americano responsável pela divulgação dos documentos, refutou veementemente as acusações, chamando-as de "mentira monstruosa" e alegando ser vítima de perseguição política por parte do presidente Lula. Em suas postagens no Twitter, Shellenberger reiterou sua determinação em enfrentar essas acusações e afirmou que continuará lutando.

Ao compartilhar a notícia do pedido da AGU ao STF, o jornalista reafirmou sua posição, chamando o documento de "vergonha nacional" e comparando o presidente Lula a Castro, numa alusão ao ditador cubano Fidel Castro. O crime supostamente cometido pelo jornalista seria a divulgação de documentos sigilosos, especialmente ordens emitidas pelo ministro Alexandre de Moraes para o Twitter. A AGU argumenta que essa divulgação constitui uma tentativa de desestabilizar o Estado Democrático brasileiro.

A AGU também solicitou acesso ao inquérito das "milícias digitais" para avaliar possíveis medidas civis contra a plataforma. No entanto, especialistas em direito constitucional, como André Marsiglia, destacam que o direito à informação deve prevalecer sobre o sigilo, ressaltando a importância da liberdade de imprensa na fiscalização das ações governamentais. Os documentos divulgados pelo Twitter Files foram enviados ao Congresso dos Estados Unidos, onde estão sendo investigados em relação às possíveis violações legais decorrentes das ordens de censura emitidas por Moraes.

Fonte: Revista Oeste

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