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O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), abordou a escassez de imóveis diante do grande número de desabrigados na cidade

Divulgação


Com as enchentes recentes, aproximadamente 15 mil pessoas perderam suas residências na capital gaúcha, um desafio que Melo considera significativo e que, segundo suas estimativas, pode dobrar.

Melo destacou a dificuldade de encontrar acomodações adequadas para os desabrigados, mencionando que alguns abrigos já estão atingindo o limite de capacidade. Ele ressaltou a importância de resolver essa questão de moradia com urgência e enfatizou a falta de imóveis disponíveis. Além disso, ele mencionou a necessidade de um plano de habitação por parte do governo federal para lidar com a situação.

Em entrevista à imprensa, Melo expressou preocupação com a duração da estadia dos desabrigados nos abrigos temporários, reconhecendo os desafios de convivência e logística que surgem com o tempo prolongado. Ele também reconheceu as críticas sobre a suposta negligência na manutenção do sistema de proteção contra enchentes e afirmou que medidas insuficientes foram tomadas até o momento, destacando a necessidade de revisão do sistema.

Para lidar com a crise, Melo mencionou ter contratado uma consultoria para auxiliar na captação de fundos para a reconstrução da cidade. Ele ressaltou a importância da cooperação entre os diferentes níveis de governo e enfatizou que a crise exige esforços conjuntos.

Quanto às opções de moradia temporária e permanente para os desabrigados, Melo mencionou várias alternativas, incluindo a compra assistida de imóveis, bônus-moradia, aluguel social e moradia solidária. Ele reconheceu a complexidade da situação, considerando não apenas as necessidades de moradia, mas também as questões econômicas e sociais envolvidas, especialmente para os afetados de baixa renda.

Sobre a proposta de criar uma cidade provisória para 10 mil habitantes na zona norte, Melo esclareceu que não há espaço suficiente em Porto Alegre para isso e que a ideia foi mal interpretada pela mídia. Ele também reconheceu que, apesar dos investimentos feitos no sistema antienchente, estes não foram suficientes, defendendo a necessidade de revisão contínua do sistema.

Em relação à sua posição política, Melo afirmou que está focado em cumprir seu mandato com responsabilidade, sem se preocupar com a reeleição. Ele enfatizou a importância de abordar a crise de maneira não partidária e cooperativa.

Fonte: Revista Oeste


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