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Operação fecha o cerco contra organizações de agiotagem e jogos de azar em Minas Gerais




O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) compriu 65 mandados de busca e apreensão em Brasília de Minas, Januária e Montes Claros, no Norte de Minas, durante a Operação Provérbios 13:11 – “a riqueza de procedência vã diminuirá, mas quem a ajunta com trabalho a aumentará”. O objetivo foi desarticular organizações criminosas investigadas por falsificação de documentos, agiotagem e exploração de jogos de azar no Estado. Alguns dos grupos na mira da operação exploram jogos de azar há quase meio século.

Os mandados foram cumpridos na última quinta-feira (30 de novembro), mas divulgados pelo MPMG nesta segunda (4 de dezembro).

De acordo com a instituição, foi identificada a existência de núcleos criminosos autônomos, mas que atuavam de forma associada e conexa. Os principais integrantes de cada núcleo prestavam auxílio aos demais, inclusive decidindo sobre lucro, ocultação de bens e divisão dos prejuízos.

Foram apreendidas joias, dinheiro em espécie (o valor não foi divulgado), máquinas de cartão e cartazes dos jogos. A Justiça atendeu a um pedido do MPMG e determinou a indisponibilidade de bens dos envolvidos no valor de cerca de R$ 17 milhões.

A operação foi deflagrada pela 9ª Promotoria de Justiça de Montes Claros, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), regional Montes Claros, e da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). “Sob a ótica jurídica, o versículo bíblico Provérbios 13:11 pode ser interpretado como uma afirmação da importância da legalidade e da moralidade na aquisição de riqueza”, explica o Ministério.

Fonte: O Tempo

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