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Operação Legado prende 31 suspeitos por morte de sargento em Campo Belo

  • 14 de mar.
  • 2 min de leitura

Reprodução
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A “Operação Legado”, deflagrada para investigar o assassinato do sargento Rodrigo Silva Pereira, de 40 anos, já resultou na prisão de 31 pessoas e na apreensão de quatro adolescentes até nesta última quinta-feira (12), em Campo Belo, no Sul de Minas Gerais. A ação mobiliza diversas forças de segurança e busca esclarecer as circunstâncias do crime que vitimou o policial militar.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações indicam que o homicídio teria sido planejado por integrantes de uma organização criminosa com atuação em Campo Belo e em cidades da região, especialmente ligada ao tráfico de drogas. O grupo seria responsável por diversas atividades ilícitas e teria ramificações em outros municípios.
Durante coletiva de imprensa, as autoridades informaram que, nesta fase da operação, foram cumpridos 69 mandados de busca e apreensão. Ao todo, 14 pessoas foram presas nesta etapa, sendo três delas em flagrante. Para a realização das ações, foram mobilizados 492 policiais — entre civis, militares e penais — com o apoio de 117 viaturas e duas aeronaves.
As investigações começaram logo após o assassinato do sargento. Desde o dia do crime, outras 14 pessoas já haviam sido detidas, incluindo adolescentes que foram apreendidos. Naquele momento, o total de conduzidos chegou a 28. Com as prisões realizadas nas operações mais recentes, o número de detidos subiu para 31. A operação também foi realizada em outros municípios da região, incluindo a cidade de Cristais (MG), onde, segundo a polícia, a organização criminosa investigada também teria presença e ramificações.
Além das prisões e apreensões, quatro suspeitos morreram em confrontos com forças de segurança desde o início da operação. Entre eles estaria o ocupante da motocicleta utilizada no ataque contra o sargento Rodrigo Silva Pereira.
Durante as diligências realizadas pelas equipes policiais, foram apreendidas 12 armas de fogo, entre pistolas, revólveres e um fuzil, além de uma grande quantidade de munições de diversos calibres. O material recolhido deve contribuir para o avanço das investigações e para a identificação de outros possíveis envolvidos no crime.
As autoridades destacam que a Operação Legado segue em andamento, com o objetivo de aprofundar as investigações e desarticular completamente a organização criminosa suspeita de envolvimento no assassinato do policial militar.
Fonte: G1

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Gazeta de Varginha

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