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Pequenos agricultores, assentados e quilombolas no Rio Grande do Sul enfrentam uma trágica situação devido às enchentes

Divulgação/Comunicação MPA


Casas, plantações e animais foram perdidos, resultando em prejuízos significativos. As regiões mais afetadas são o Vale do Rio Pardo e o Vale do Taquari. A solidariedade entre vizinhos e organizações comunitárias é crucial para mitigar os problemas.

Enquanto isso, líderes locais clamam por apoio do governo para reconstruir propriedades e garantir sustento às famílias. Os assentamentos do MST também foram severamente atingidos, com a necessidade urgente de ajuda para reconstruir cooperativas e recuperar lavouras.

Comunidades quilombolas também enfrentam desafios, especialmente nas áreas urbanas, onde as moradias foram inundadas.

O Ministério da Igualdade Racial informou que está monitorando a situação, especialmente em comunidades quilombolas, ciganas e povos tradicionais de matriz africana e de terreiros atingidos pelas enchentes. Garantiu que tem articulado com outros ministérios e movimentos sociais o envio de cestas básicas e itens de primeira necessidade.

Segundo a pasta, o Rio Grande do Sul tem mais de 7 mil famílias quilombolas e aproximadamente 1-300 famílias de comunidades tradicionais de matriz africana e terreiros. E muitas delas estão ilhadas, sem acesso à água, energia e alimento.O Ministério da Igualdade Racial está monitorando a situação e fornecendo assistência às comunidades afetadas.
Fonte: Agencia Brasil

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