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Polícia prende em Pouso Alegre tutor de Bull Terrier que atacou e matou Spitz Alemão

Ele foi detido na tarde desta quinta-feira (14), em Pouso Alegre (MG), sendo que estava sendo procurado desde outubro deste ano.


Bull Terrier que atacou e matou cãozinho é apreendido pela PM | Foto: PM

O tutor do bull terrier que atacou e matou Fox, um spitz alemão, em São José dos Campos (SP) em outubro deste ano, foi preso na tarde desta quinta-feira (14), na zona rural de Pouso Alegre (MG).

O homem, de 43 anos, estava sendo procurado pela Polícia Civil desde que a prisão foi decretada, no dia 27 de outubro.

Segundo a investigação, ele havia alugado uma chácara na cidade mineira, onde foi detido em uma ação conjunta da Polícia de São José dos Campos e da Polícia de Minas Gerais.

Além do tutor, o bull terrier também foi apreendido pela polícia. Agora, a Polícia Civil de São José dos Campos deve pedir à Justiça uma autorização para que o homem e o animal sejam trazidos à cidade joseense.

A reportagem entrou em contato com o advogado de defesa, Luiz Antônio Chacrinha, que disse que, com a prisão de seu cliente, "o processo terá o curso normal, com a comprovação de que ele não provocou o ataque do seu cão contra Fox".

Fox, que foi atacado e morto por Bull Terrier, era da raça Spitz Alemão — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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No dia 29 de outubro, o canal oficial da polícia nas redes sociais divulgou uma imagem dele. Na publicação, a corporação informava que o bull terrier foi incentivado por seu tutor durante o ataque, e que o cachorro sofria maus-tratos.

"A Polícia Civil comprovou que o investigado é pessoa extremamente agressiva e fazia uso do próprio cão, também vítima de maus tratos, para atacar outras pessoas e cães", disse a polícia na publicação.

Tutora diz que Bull Terrier estourou a grade de proteção do portão no ataque — Foto: Arquivo Pessoal

Mandado de prisão


No mandado de prisão, assinado pela juíza Beatriz Afonso Pascoal Queiroz, da 3ª Vara Criminal do Foro de São José, a magistrada argumentava que ‘elementos informativos convencem de que o investigado é pessoa agressiva, que usa o próprio cão (eventualmente também vítima de maus-tratos) como instrumento do crime’.

A juíza afirmava também que "o cãozinho Fox foi atacado nos limites da própria residência pelo cão do investigado, que estava sem focinheira, conduta que, segundos informes, era corriqueira. Há relatos de fatos semelhantes pretéritos envolvendo o investigado, de que ele está intimidando as tutoras do cão e outras testemunhas e de que está se esquivando da polícia".

FONTE:G1

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