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Ponte é montada pelo Exército e tem capacidade para aguentar até 100 toneladas na BR-265, em MG


Ponte montada pelo Exército tem capacidade para aguentar até 100 toneladas na BR-265, no Sul de Minas — Foto: Reprodução / EPTV
Após a constatação do risco iminente de desabamento, uma nova ponte temporária sobre o Ribeirão Águas Verdes, na BR-265, foi concluída. Durante os cinco dias de intensos trabalhos, a divisa entre Boa Esperança (MG) e Ilicínea (MG) permaneceu interditada.

O trabalho emergencial ocorreu de quinta-feira (1º) até terça-feira (6), sendo a estrutura montada pelo Exército Brasileiro em colaboração com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

O 2º Tenente Diovan Fidelis Freitas da Silva, do Exército, afirmou que a montagem transcorreu conforme o planejado, seguindo o cronograma estabelecido em coordenação com o DNIT. Mais de 50 militares participaram da operação, juntamente com um comboio composto por cinco veículos que partiram do Rio de Janeiro (RJ).

"Essa ponte é uma ponte feita em estrutura metálica, ela tem uma capacidade de até 100 toneladas. Nós já temos essa ponte de uma maneira pré-moldada, o que facilita também a colocação dela no local de necessidade. A durabilidade dela no terreno é cerca de seis meses, podendo ser estendido ou não, dependendo da necessidade da localidade", afirmou.

Estima-se que o investimento na ponte temporária tenha sido de aproximadamente R$ 150 mil, contando com recursos de apoio operacional dos municípios e custos operacionais do Exército.

Segundo informações do DNIT, uma ponte de concreto será licitada em breve para substituir a estrutura temporária. Enquanto isso não ocorre, a ponte provisória continuará em uso ao lado da estrutura antiga.

Risco de colapso


O DNIT informou que a ponte antiga estava em risco e poderia desabar a qualquer momento, já que teve uma pilastra danificada pelas chuvas e passou a funcionar em meia pista desde então. Ela foi interditada no sábado (3) e liberada na terça-feira (6).

A travessia foi dimensionada para uma época em que a pista tinha pouco movimento e a estrutura de aço não atendia mais às necessidades da rodovia. Por isso, segundo o DNIT, a ponte apresentava sinais claros de colapso.

Conforme o departamento, um técnico de Brasília (DF) esteve no local e fez a fiscalização da estrutura, constatando que a ponte poderia ruir a qualquer momento.

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