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Procon orienta consumidores para compras conscientes na Páscoa e alerta para preços elevados

  • 1 de abr.
  • 2 min de leitura
Procon orienta consumidores para compras conscientes na Páscoa e alerta para preços elevados
Divulgação
Com a proximidade da Páscoa, celebrada neste domingo (5 de abril), o comércio já registra aumento na oferta de chocolates e produtos temáticos. Diante desse cenário, o Procon reforça orientações para que os consumidores façam escolhas conscientes e evitem prejuízos durante as compras.

Entre as principais recomendações está a busca por alternativas mais econômicas. As barras de chocolate, por exemplo, costumam oferecer maior quantidade por um preço mais acessível em comparação aos tradicionais ovos de Páscoa. Levantamento do órgão aponta que os ovos podem custar até 121% a mais do que o chocolate em barra. Já os produtos artesanais também surgem como opção, muitas vezes com valores competitivos e incentivo aos produtores locais.

O planejamento financeiro é outro ponto destacado. A orientação é que o consumidor organize previamente uma lista de pessoas que pretende presentear e estabeleça um limite de gastos, evitando comprometer o orçamento familiar.

Além disso, a recomendação é pesquisar preços, comparar produtos e verificar todas as informações antes da compra. Exigir a nota fiscal também é fundamental para garantir segurança e possibilitar eventuais trocas ou reclamações.

Nos casos de ovos de Páscoa que acompanham brinquedos, é indispensável conferir a presença do selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, que indica a faixa etária adequada, além de dados do fabricante e instruções de uso.

Para produtos artesanais, o consumidor deve observar a procedência, buscar referências do fornecedor e conferir informações como validade e ingredientes.

As promoções também exigem atenção. Produtos com menos de um mês para o vencimento devem ter essa condição informada de forma clara ao consumidor, conforme prevê a legislação, evitando que itens próximos da validade sejam adquiridos sem o devido conhecimento.
Fonte: InformaçõesProcon

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Gazeta de Varginha

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