top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Quase 44% das mortes nas estradas envolvem veículos de carga, aponta PRF

  • 24 de fev.
  • 1 min de leitura
Quase 44% das mortes nas estradas envolvem veículos de carga, aponta PRF
Divulgação
PRF aponta que quase 44% das mortes nas estradas envolvem veículos de carga.

O balanço da Polícia Rodoviária Federal divulgado nesta segunda-feira (23) revelou que, nos últimos 66 dias, 1.172 pessoas morreram em acidentes nas rodovias federais brasileiras. Destas, 514 vítimas estavam em colisões envolvendo veículos de carga, representando 43,93% do total.

Durante o período da Operação Rodovida, que começou em 18 de dezembro de 2025 e se estendeu até domingo (22), foram registrados 3.149 acidentes com veículos de carga, correspondendo a 23,81% de todos os sinistros nas estradas federais. As colisões frontais foram as mais letais, totalizando 288 mortes.

Mortes no carnavalNo período carnavalesco, foram registradas pelo menos 130 mortes, configurando o carnaval mais violento da década. A maioria das vítimas estava em automóveis e motocicletas, e os acidentes graves aumentaram 8,54% em relação ao ano anterior.

Infrações e riscosDurante a Operação Rodovida, foram flagrados 1,2 milhão de veículos trafegando acima da velocidade permitida. Além disso, 58,7 mil ultrapassagens irregulares e 11,1 mil motoristas embriagados foram registrados.

O uso de celular ao volante também chamou a atenção: 9,6 mil condutores foram flagrados utilizando o aparelho enquanto dirigiam. O não uso do cinto de segurança ou da cadeirinha para crianças de até quatro anos totalizou 54,5 mil infrações. Entre motociclistas, 10,3 mil não usaram capacete, e 17,1 mil motoristas profissionais descumpriram a Lei do Descanso, que exige pelo menos 11 horas de pausa diária.

Segundo a PRF, a operação tem o objetivo de intensificar a segurança em períodos de maior fluxo nas rodovias, incluindo férias escolares e datas festivas como Natal, Ano Novo e Carnaval.
Fonte: AgBrasil

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page