Quem se opôs à PEC da Segurança Pública? Veja os deputados que votaram contra a proposta
5 de mar.
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A Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata de mudanças na área de segurança pública. Durante a votação, uma parcela reduzida de parlamentares registrou voto contrário ao texto. A relação desses deputados foi divulgada posteriormente.
A proposta faz parte da agenda de segurança defendida pelo governo federal e busca integrar a atuação de diferentes forças policiais no país. Entre os pontos centrais do texto está o fortalecimento do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), além de mecanismos para ampliar a coordenação entre polícias federais, estaduais e municipais.
Na votação em primeiro turno, a maioria da Câmara apoiou a proposta, permitindo que o texto avançasse na tramitação legislativa. No entanto, um grupo específico de parlamentares optou por se posicionar contra a PEC. Segundo o levantamento divulgado, o único bloco parlamentar que orientou formalmente voto contrário foi a federação formada por partidos de esquerda, o que se refletiu na composição dos votos contrários registrados no plenário.
Entre os deputados que votaram contra a proposta estão:
Capitão Augusto (PL-SP)
Célia Xakriabá (PSOL-MG)
Chico Alencar (PSOL-RJ)
Erika Hilton (PSOL-SP)
Glauber Braga (PSOL-RJ)
Guilherme Boulos (PSOL-SP)
Ivan Valente (PSOL-SP)
Luiza Erundina (PSOL-SP)
Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ)
Sâmia Bomfim (PSOL-SP)
Talíria Petrone (PSOL-RJ)
A PEC da Segurança Pública ainda precisa cumprir outras etapas no processo legislativo. Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição, o texto deve ser aprovado em dois turnos na Câmara dos Deputados e também passar por votação no Senado Federal antes de uma eventual promulgação.
O debate sobre a proposta ocorre em meio a discussões mais amplas sobre políticas de combate ao crime e coordenação entre diferentes níveis de governo na área de segurança pública. Enquanto defensores argumentam que a medida pode melhorar a integração institucional, opositores levantam preocupações sobre a forma como a reorganização das competências poderá impactar a autonomia de estados e municípios.
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