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São João del Rei oferece testes rápidos para a detecção da bactéria Streptococcus

Agente infeccioso pode ter causado a morte de três crianças no município


O teste será indicado apenas nos casos sintomáticos, após análise médica

A Secretaria Municipal de Saúde de São João del Rei, na região do Campo das Vertentes (MG), disponibiliza, a partir desta terça-feira (7), testes rápidos para a detecção da bactéria Streptococcus nos centros de saúde da cidade. A ação foi implementada após três crianças morrerem com sintomas de amigdalite, doença causada pela bactéria, em outubro.

Em nota publicada nesta terça, a pasta afirma que a investigação epidemiológica sugere que as mortes tenham acontecido devido à uma infecção disseminada (ou sepsemia), que pode ser causada por diferentes agentes infecciosos.

Com os resultados disponíveis não foi possível definir o micro-organismo responsável por cada um dos óbitos, nem afirmar que todos os óbitos tenham sido causados pelo mesmo agente infeccioso

O município também afirma que está concentrado em capacitar os profissionais de saúde para identificar e tratar a infecção. Os testes rápidos estão sendo distribuídos nas Unidades Básicas de Saúde com Estratégia Saúde da Família e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). O teste será indicado apenas nos casos sintomáticos, após análise médica.

A Secretaria Municipal de Saúde ressalta que continua monitorando os casos através do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde de Minas Gerais (Cievs-Minas) e da equipe técnica do Programa de Treinamento em Epidemiologia do Ministério da Saúde (EpiSUS-MS).

Crianças internadas aguardam exames para detectar bactéria

A Prefeitura ainda atualizou o estado de saúde de duas crianças que permanecem internadas, com sintomas de infecção por Streptococcus. A informação foi divulgada pela Santa Casa de Misericórdia de São João del Rei. Segundo o município, uma das crianças evolui bem. A outra, que deu entrada na unidade com febre e vômito, passa bem e aguarda resultado do exame para identificar a bactéria.

Os menores foram transferidos para hospitais em Belo Horizonte. A Prefeitura afirma que os casos não têm relação com os óbitos. "As duas crianças foram transferidas por escolha das famílias e como estavam estáveis, foram liberadas pelos médicos, de acordo com informações obtidas pela Santa Casa de Misericórdia", diz a nota.

FONTE: ITATIAIA

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