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Seguranças do vice-chefe da maior milícia da zona oeste são presos no Rio


Reprodução

Uma operação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Militar do Rio na sexta-feira (27) prendeu em flagrante dois homens responsáveis pela segurança do vice-chefe da maior milícia da zona oeste do Rio, atuante nos bairros de Sepetiba e Nova Sepetiba.
O homem assumiu o cargo após a morte de Matheus da Silva Rezende, o Faustão, durante operação da Polícia Civil na segunda-feira (23). O episódio desencadeou uma série de ataques que terminou com 35 ônibus incendiados, além de quatro caminhões, duas estações do BRT e um trem.
Os suspeitos foram encontrados em uma residência na comunidade de Antares, em Santa Cruz, zona oeste do Rio, onde também foram apreendidos uma pistola e um rádio comunicador.
Segundo a PF, os agentes estiveram em outro local da mesma região, utilizado pelo vice-chefe da milícia, onde foram apreendidos 101 munições de calibre 5.56, seis carregadores de pistola, quatro carregadores de fuzil calibre 5.56, além de R$ 22 mil em espécie, nove cordões dourados, duas pulseiras douradas, um relógio de luxo, um par de algemas, dois celulares, dois cadernos de contabilidade e uma bandoleira de fuzil.
As prisões ocorreram após análise de materiais apreendidos e diligências realizadas na Operação Dinastia, que foi deflagrada pela PF e pelo Ministério Público do Rio em agosto do ano passado.
Na ocasião, foram expedidos 23 mandados de prisão temporária contra suspeitos de integrarem a maior milícia do Rio de Janeiro. Os investigados são acusados de praticar os crimes de organização criminosa, tráfico de armas de fogo e munições, extorsão e corrupção.
Os presos foram conduzidos à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro para os procedimentos de praxe e depois serão encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.
A ação desta sexta foi realizada por policiais federais lotados na Delegacia de Repressão a Drogas e no Grupo de Investigações Sensíveis e Facções Criminosas da PF, com os policiais militares da 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar da PMERJ.
Durante uma ação da Polícia Civil na quinta-feira (26), o chefe da milícia que atua em Pedra de Guaratiba, também na zona oeste, foi baleado. Marcelo de Luna Silva, de 34 anos, é conhecido como Bokinha e seria um dos homens de confiança de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, o número um da maior milícia do Rio e tio de Faustão.
Além de Bokinha, outro miliciano ficou ferido durante a operação. Os dois estão internados sob custódia.
Fonte: CNN

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